domingo, 14 de março de 2010
Google vai digitalizar obras das bibliotecas de Roma e Florença
Gino Mattiuzzo, gerente de parcerias estratégicas do Google no país europeu, defende no blog oficial da empresa que o mérito de um projeto desses é permitir o acesso a obras de autores menos conhecidos.
- Qualquer criança consegue acessar os trabalhos de Petrarca, Dante ou Vico (ou, se houver interesse, Maquiavel). No caso desses autores famosos, isso já é possível, mas e quanto ao trabalho de Guglielmo il Giuggiola ou Coluccio Salutati? Nós queremos que toda a grande literatura da Itália esteja acessível ao público em geral.
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Na Europa e ao redor do mundo estamos testemunhando uma renascença digital
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Segundo Mattiuzzo, esta é a primeira vez que o Google se une a bibliotecas italianas e também o primeiro acordo com um Ministério da Cultura.
- Na Europa e ao redor do mundo estamos testemunhando uma renascença digital, com um número crescente de instituições executando projetos de digitalização ambiciosos e promissores - comemora Mattiuzzo.
Em defesa do polêmico projeto Google Books, que enfrenta acusações de truste e críticas de associações defensoras dos direitos autorais, Mattiuzzo diz que a empresa não é a única "que viu a necessidade de levar ao mundo os livros em formato digital". Ele afirma que o Google apoia os esforços de outras instituições, públicas ou privadas, como a Europeana, da Comissão Europeia.
- Nós queremos que esses livros tenham o maior alcance possível. As obras que escaneamos estão disponíveis para inclusão na Europeana, da qual a Biblioteca de Florença é um membro fundador, e outras bibliotecas digitais. Quanto mais dos tesouros históricos e culturais do mundo nós colocarmos online, mais libertaremos nossas herança comum.
Fonte: O Globo
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Oficina de Voz e Dicção na Biblioteca Pública de Angra do Heroísmo
Amílcar Martins é um especialista em didáctica das artes, tendo-se especializado no Canadá, onde obteve o mestrado e o doutoramento pela Universidade de Montreal em Ciências da Educação - Didáctica das Artes, depois de se ter licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro do Conservatório Nacional de Lisboa.
A oficina irá colocar o enfoque na "sinergia de cada uma das variáveis da trilogia contos- contador- audiência, em conjugação com as variáveis ambiente - contexto cultural, enquanto matriz optimal a gerir in loco no processo de comunicação dos contadores de histórias".
Nesta óptica, Amílcar Martins trabalhará a respiração, relaxamento, postura, máscaras faciais, canto e a relação entre o espaço cénico, o contador e a audiência.
Fonte: Rtp.pt
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Biblioteca de Leiria estica horário até às 20 horas a partir de Fevereiro
O novo horário vai permitir aos leitores frequentarem a biblioteca até às 20 horas nos dias úteis. Actualmente, o espaço fecha ao público às 17h45. Já ao sábado, os serviços encerrarão às 18 horas, meia hora mais cedo do que actualmente.
“É uma revolução em termos de horários”, considerou o vereador da Cultura e Educação da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, classificando a mudança como um desafio, não só porque “vai acrescentar novos públicos que têm de ser captados”, mas também pelo esforço de funcionamento da própria biblioteca.
“Com esta alteração, a biblioteca de Leiria passa de segunda biblioteca com pior horário entre as bibliotecas das capitais de distrito, para o grupo das terceiras melhores”. Uma alteração que resultou de um “trabalho de negociação e conversações que durou aproximadamente um mês com os funcionários e sindicatos, de modo a chegarmos a um entendimento”, disse Gonçalo Lopes.
Fonte: Regiãodeleiria.pt
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Edificio da nova Biblioteca de Espinho continua vázio três meses depois da inauguração
O novo edifício da Biblioteca Municipal de Espinho, inaugurado faz hoje três meses, continua por abrir ao público, mantendo-se sem livros, sem mobiliário e sem energia eléctrica, não havendo ainda data prevista para a sua entrada em funcionamento.O edifício “não reúne qualquer condição para a respectiva abertura, devido a uma questão técnica que ainda não está ultrapassada: não dispõe de energia eléctrica e precisa de um posto de transformação”, disse Pinto Moreira, presidente da Câmara de Espinho.
A solução do problema - que o autarca atribui à pressa “eleitoralista” com que o edifício foi inaugurado pelo seu antecessor -“não é tão simples quanto se possa pensar, porque obriga a uma obra que ainda é relativamente avultada, não só em termos orçamentais, mas também no que se refere aos recursos técnicos que envolve”.
Para Pinto Moreira, “é absolutamente lamentável” que a biblioteca tenha sido inaugurada “num espaço nobre da cidade sem que estivesse efectivamente dotada de condições para funcionar” e defende que a situação “reflecte a forma como o autarca anterior geria este dossiê”.
“A biblioteca não tem livros, não tem um quadro de pessoal regular, não tem mobiliário”, refere o actual presidente da Câmara. “Foi inaugurada com toda a pompa e circunstância apenas a dois dias do acto eleitoral com um intuito meramente eleitoralista”, disse.
Pinto Moreira afirma também que “houve um erro no projecto relativamente ao mobiliário”, mas adianta que “o arquitecto responsável já está a corrigi-lo”. O presidente da Câmara de Espinho, não faz, contudo, previsões quanto ao arranque da actividade do novo equipamento. “Não posso concretizar prazos para a abertura do edifício”, declara. “A única coisa que posso dizer é que espero que seja até final deste ano e que vamos todos trabalhar nesse sentido”.
O edifício da nova Biblioteca Municipal de Espinho foi inaugurado na Avenida 24 a 9 de Outubro de 2009 por José Mota, então chefe do executivo autárquico e em funções no cargo há 16 anos, sempre pelo PS.
Actualmente, os serviços da biblioteca mantêm-se em funcionamento no salão nobre da piscina Solário Atlântico, na Rua 6, sendo complementados com a oferta dos pólos de Paramos e Anta.
Fonte - Público
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
As bibliotecas na era digital
Nesta reunião de trabalho, que decorreu num ambiente informal e bastante participado, foram discutidas questões que constituem os desafios estruturantes que hoje em dia se colocam às bibliotecas escolares, nomeadamente, a política da gestão das colecções e a relevância que esta assume no apoio ao desenvolvimento curricular das diferentes disciplinas e áreas, e a problemática da gestão da informação na era digital.
O processamento da informação e os seus limites deverão constituir as grandes preocupações e prioridades das bibliotecas escolares, pois os alunos têm acesso a um caudal de informação para o qual deverão possuir as competências necessárias para os descodificar e articular, no contexto do seu processo de formação.
Estas reuniões de professores bibliotecários decorrem com uma frequência regular, alternando entre as diferentes escolas e abordando, em cada uma delas, diferentes temáticas promotoras de reflexão.
Fonte: Reconquista
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Biblioteca de Pessoa disponível na Net em Janeiro

Várias iniciativas assinalam os 75 anos que hoje se completam sobre a publicação da 'Mensagem', único livro de poemas em português publicado em vida de Fernando Pessoa, que escolheu simbolicamente o dia 1 de Dezembro.
Em Janeiro vai ser disponibilizada a biblioteca pessoal de Fernando Pessoa no site da casa-museu do escritor. A promessa é de Inês Pedrosa, directora do espaço, e surge depois de já terem sido adiantadas outras datas para a colocação on-line dos livros lidos, manuseados e anotados do autor português mais conhecido internacionalmente.
"Este é um dos meus grandes sonhos", confidencia ao DN Jerónimo Pizarro, colombiano com nacionalidade portuguesa desde Março, especialista em Fernando Pessoa. Mas só acredita quando vir mesmo. Entre Abril de 2008 e Junho de 2009, juntamente com mais uma vintena de investigadores, digitalizou toda a biblioteca pessoal do escritor, tanto a que se encontra na Casa Fernando Pessoa (mais de 1200 volumes) como a que continua na posse da família (cerca de 200 livros).
Este trabalho, realizado gratuitamente, não só reúne os dois núcleos, separados fisicamente, como permite o acesso a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, a toda a biblioteca pessoal de Fernando Pessoa. "E, quando isso acontecer, os estudiosos do escritor vão sentir a vida muito curta para tanto papel", assegura Jerónimo Pizarro.
Segundo o investigador, "só 50% da obra de Fernando Pessoa é conhecida". E, para dar uma ideia do volume de textos desconhecidos do escritor ainda existentes, afirma: "A coluna de inéditos que há poucas semanas começámos a publicar no jornal i poderia ser mantida durante 15 anos."
Apesar de a obra já estar toda digitalizada e o trabalho ter sido entregue em Junho à Casa Fernando Pessoa, problemas técnicos têm impedido a sua disponibilização na Internet. Inês Pedrosa reconhece os atrasos - "muito contra a minha vontade", afirmou ao DN -, e elogia o cuidadoso trabalho levado a cabo pelo grupo de investigadores e assegura que em Janeiro o site da Casa já terá uma área dedicada à biblioteca pessoal de Fernando Pessoa.
A responsável adiantou ainda que está em fase de estudo o restauro integral da biblioteca do escritor, tarefa que caberá à Fundação Ricardo Espírito Santo.
Uma edição da Mensagem, clonada do dactiloescrito original, é hoje lançada durante a sessão comemorativa que se realiza no anfiteatro da Biblioteca Nacional (BN). O interesse da Guimarães Editores em lançar esta obra chegou ao director da BN "há cerca de dois anos", explicou ao DN Jorge Couto. E, adianta, "é o início de um projecto de parceria entre as duas entidades para outras edições fac-similadas". A tiragem é de 2500 exemplares e estará à venda apenas nas lojas Fnac e nas duas livrarias da Guimarães.
"Em termos científicos, acho que a edição não apresenta novidades. O mais interessante é que aproxima o leitor da palavra tal como Pessoa a colocava no papel", defende Richard Zenith, norte- -americano que há quase duas décadas se dedica à tradução para inglês da obra de Fernando Pessoa. "E não podemos esquecer que o escritor é um pequeno imperador da língua portuguesa que utiliza cada palavra com uma grande precisão. A sua poesia é muito concisa e dramática e cada palavra era escolhida com todo o cuidado", realça.
O original dactiloescrito da Mensagem, uma primeira edição de 1934, e algumas edições críticas do livro vão estar em exposição durante a sessão comemorativa realizada na Biblioteca Nacional. Uma comunicação de Eduar- do Lourenço, que depois participará no debate "Pessoa e o sonho do supra-Camões", juntamente com Manuel Alegre e Vasco Graça Moura, e leituras de poemas da Mensagem, pelo actor Luís Lucas, completam o evento.
Na Casa Fernando Pessoa, na sexta-feira, o debate sobre o escritor vai ter sotaque brasileiro. A conferência "A Mensagem do Tropicalismo" está a cargo de Caetano Veloso e Antonio Cicero. "O país que mais tem sabido amar Fernando Pessoa é o Brasil", defende Inês Pedrosa, aludindo à série que a Globo fez sobre o escritor - "e a RTP não fez nada" - e ao sucesso de vendas de Pessoa no Brasil - "os seus livros de poesia são mais comprados do que os de Vinicius de Moraes".
Fonte: Diário de Notícias
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Projecto de incentivo à leitura dos mais jovens
Segundo a Rede de Bibliotecas do Vale do Minho, o projecto destina-se a jovens, com poucos hábitos de leitura, com idades compreendidas entre os 12 e os 16 anos, tendo as turmas sido já seleccionadas em conjunto com os agrupamentos escolares.
"As actividades serão desenvolvidas fora do contexto escolar, usando uma metodologia de educação não-formal", acrescentou.
Cofinanciado pela Fundação Calouste Gulbenkian, o "Tásse a Ler!" será desenvolvido nos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Valença e Vila Nova de Cerveira.
Envolverá a comunidade escolar, mais concretamente, os alunos, os responsáveis dos agrupamentos escolares, os professores bibliotecários, os professores de TIC, EVT e Língua Portuguesa, e os responsáveis pelas áreas da educação e cultura das câmaras municipais dos cinco municípios.
Aqueles núcleos incluirão o chamado Mediador do Livro e da Leitura, Miguel Horta, contratado para a dinamização das actividades.
As actividades arrancarão na próxima terça-feira e prolongar-se-ão por um ano, estando divididas em cinco acções ou oficinas.
Fonte: Jornal de Noticias
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Biblioteca para dinamizar cultura
Foi o último acto público de António Lima Costa, enquanto presidente da Câmara de S. João da Pesqueira: a inauguração da biblioteca municipal. Pretende-se que o novo equipamento promova a leitura no concelho.
Há pouco mais de um ano havia naquele local, junto ao auditório municipal, umas casas velhas, onde funcionou um lagar. Hoje existe um novo edifício forrado a xisto, a exemplo de outros equipamentos do concelho mais vinhateiro da Região Demarcada do Douro. "Chamar-lhe só biblioteca parece um pouco redutor", considerou o autarca que prefere designá-la por "centro cultural", por ser "mais do que um depósito de livros".
Para exemplificar a versatilidade do novo equipamento, Lima Costa deu o exemplo das consolas de jogos de que dispõe e que, está seguro, vão fazer as delícias das crianças e jovens. Sobretudo das oriundas de famílias menos favorecidas financeiramente. "Têm aqui a oportunidade de tomar contacto com equipamentos caríssimos e que só estão a dispor de alguns, pelo que esta biblioteca também terá uma componente social".
A inauguração, no passado sábado, teve "valor simbólico" para Lima Costa, que termina amanhã 16 anos de presidência da Câmara. "Diz-me muito terminar com um equipamento que pode ser um instrumento muito importante para o desenvolvimento sócio-cultural do concelho", sublinhou.
A infra-estrutura custou, com recheio, um milhão e meio de euros e foi construída num ano, metade do tempo inicialmente previsto. Não houve derrapagens orçamentais, mas ainda não foi comparticipada por fundos comunitários, porque "as candidaturas ao QREN estão muito atrasadas", justificou o edil. A obra foi totalmente paga pela Câmara, pelo que se a candidatura for aprovada, o novo executivo da autarquia, que toma posse amanhã, "recebe limpo esse dinheiro, no mínimo 50% do que se gastou".
Fonte: Jornal de Noticias
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segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Bibliotecas ajudam-se para ‘fazer’ leitores
Teresa Calçada, que falava na abertura do 2.º Encontro do Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares, afirmou que, paradoxalmente, “pode parecer que é preciso ler menos porque a informação está ao alcance de um clique”, mas é preciso potenciar a informação em conhecimento.As novas tecnologias - de que já não se pode prescindir - devem ser “potenciadas e criticadas para que o utilizador seja mais leitor” sustenta aquela responsável, que acredita que a “colaboração entre as bibliotecas públicas e escolares melhora as condições para chegar a essa desiderato”.As bibliotecas são “instrumentos na capacitação de alunos, professores e famílias para a mais-valia da leitura” apontou.
A coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares sublinha que “os leitores não estão feitos, fazem-se” e, na sociedade da informação, “temos que fazer leitores competentes num conjunto de suportes de informação”.“Leitores mais competentes e mais críticos” é o objectivo das bibliotecas, sejam públicas ou escolares, diz Teresa Calçada.Ontem, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco reuniram-se professores e serviços de apoio às bibliotecas escolares com o intuito de partilharem boas práticas.
Em Vila Nova de Famalicão, foi mesmo constituído, no início deste ano, um Grupo de Trabalho das Bibliotecas do concelho.O vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Ricardo Mendes, realçou a importância do serviço de apoio às bibliotecas escolares.“Cada vez mais é necessário um esforço para continuar a fomentar o gosto pela leitura, porparte dos mais novos e dos menos novos” afirmou Ricardo Mendes.
O representante do Município assegura que “em Famalicão os espaços são dignos e apropriados para fomentar esse gosto”, aproveitando para dar conta do “grande esforço feito pelo município a nível de equipamentos culturais”.Actualmente, 26 bibliotecas escolares de Famalicão integram a rede nacional, referiu o coordenador interconcelhio, António Pires.
Fonte: Correio do Minho
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nova Biblioteca municipal de Espinho inaugurada sem livros
A data de abertura ao público está, por isso, ainda em suspenso, continuando a funcionar a biblioteca provisoriamente instalada no salão nobre da Piscina Solário Atlântico.
Apesar disso, todas as atenções se virarão hoje para o Parque João de Deus, também requalificado, onde foi construída de raiz aquela que, em 2004 e segundo um estudo citado pelo vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, era a obra mais ambicionada pela população.
A biblioteca, cujo projecto de arquitectura ficou a cargo de Rui Lacerda, foi concebida tendo por base a forma dos antigos quarteirões de Espinho, cujo centro ficava sempre livre. Neste caso, o interior da biblioteca é marcado por um espaço aberto, dispensando assim a existência de corredores.
Curioso é o facto de o edifício ser atravessado por uma rua que liga a Avenida 24 ao interior do Parque João de Deus. O objectivo passou por levar as pessoas que habitualmente já por ali entravam a caminho do jardim a continuar a fazê-lo de forma a convidá-las a entrar na biblioteca.
Um espaço bem diferente do inicialmente previsto, com três pisos, e que foi considerado demasiado grande e dispendioso.
Recorde-se que o projecto teve de ser reformulado de forma a cumprir as regras das Bibliotecas Municipais do tipo 2, ou seja, para concelhos com população entre os 20 mil e os 50 mil habitantes. Além das secções diferenciadas para adultos e crianças, a biblioteca integra também espaços polivalentes para actividades de animação, colóquios e exposições. Tratou-se de um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros.
Fonte: Jornal de Noticias
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