A Biblioteca Municipal de Faro encerra entre 1 e 15 de Agosto, para trabalhos de limpeza, manutenção e conservação, informou a respectiva direcção.
De acordo com o calendário do equipamento cultural, deverá reabrir ao público a 16 de Agosto, no horário normal, mantendo-se encerrada aos sábados até ao final do mês.
A Biblioteca, entretanto, estará presente na XXXI Feira do Livro de Faro, que decorre de 27 de Julho a 12 de Agosto, com a habitual venda das publicações da Câmara Municipal e o espaço infantil, onde os mais pequenos podem ler e ouvir histórias, desenhar, pintar e jogar.
Este ano, no pavilhão da Biblioteca, terá lugar um programa de animação todas as sextas-feiras e sábados, das 21h30 às 22h00, sem esquecer a entrega de prémios do Concurso de Contos, no último dia da feira, 12 de Agosto às 21h30.
No mês de Agosto o Clube de Leitura também vai de férias; as leituras são livres e discutidas no próximo encontro, no dia 6 de Setembro.
Fonte: Barlavento
Etiquetas - Feiras do livro
quarta-feira, 25 de julho de 2007
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Actividades da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada para a próxima semana
O “Balãozinho Vermelho” e “Boog & Elliot vão à caça” são duas das actividades que a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada (BPARPD) oferece, por marcação, na próxima semana, ao público infantil.Destinada a crianças dos três aos 12 anos, a primeira destas acções, com a duração de 60 minutos, desafia os participantes a inventarem uma história, a partir dum livro apenas com ilustrações.Já no segundo caso, as crianças, a partir dos quatro anos, participam, durante cerca de 83 minutos, numa história em que o urso Boog e o veado Elliot dão as mãos para unir os bichinhos da floresta e devolver à natureza o seu equilíbrio.
Em “Desportos radicalmente divertidos” (80 minutos) e “A Fábrica da Gargalhada do Mickey” (56 minutos), a pequenada terá, também, oportunidade de se divertir com histórias protagonizadas por vários personagens clássicos Disney.Por último, e durante 100 minutos, as crianças a partir dos quatro anos são convidadas, em “Artur e os Minimeus”, viverem os contos fantásticos que tanto fascinam o pequeno Artur.
Já do dia 27, pelas 21 horas, a Sala de Jantar da BPARPD vai acolher a cerimónia de lançamento do livro “Gente do Monte e do Mundo”, da autoria de Jorge Alberto dos Reis Arruda.Trata-se de um conjunto de “crónicas”, de natureza histórica e cultural, envolvendo fundamentalmente “Gente” das freguesias de Santa Bárbara e Santo António, concelho de Ponta Delgada, versando temas como as origens do lugar e seus familiares, com referências aos aspectos culturais e tradicionais duma vivência centrada na segunda metade do século XX.
À volta daquela ideia central, são desenvolvidos temas como a criação e funcionamento da Casa de São José, instituição já extinta, tal como uma abordagem ao início da guerra no ex-Ultramar Português e até à Revolução do 25 de Abril e as suas consequências a nível nacional mas também regional, concluindo com uma descrição sobre a evolução académica e profissional do autor.
No âmbito da 4.ª Conferência Internacional Hands-on-Science, que tem como objectivo a promoção do ensino experimental da ciência, o auditório da BPARPD será palco, no dia 23, pelas 21 horas, do visionamento de vários documentários, e no dia 27, pelas 14 horas, do Festival de Robótica.
Fonte: Canal de Notícias
Etiquetas - Actividades de Animação, divulgação e Markting
sábado, 21 de julho de 2007
A Casa da Árvore - Livro para a infância de Margarida Botelho
- Livro para a infância de Margarida Botelho:
Para quem não viu o programa Essência na 2ªfeira, onde estive a fazer uma apresentação do meu livro, pode ver amanhã dia 21 de Julho, a partir das 15h, na Sic Mulher.
Para quem quiser ver e ouvir tudo ao vivo, neste fim de semana estarei:
Sábado 21 de Julho, 11h - Livraria Bulhosa do Oeiras Park
Sábado 21 de Julho, 16h30 – Feira do Livro de Loures, junto ao pavilhão Paz e Amizade
Domingo 22 de Julho, 11h – Fnac Colombo
Domingo 22 de Julho, 15h – Fnac Cascais

(Foto, texto e informação cedida via mail, por Margarida Botelho)
Para quem não viu o programa Essência na 2ªfeira, onde estive a fazer uma apresentação do meu livro, pode ver amanhã dia 21 de Julho, a partir das 15h, na Sic Mulher.
Para quem quiser ver e ouvir tudo ao vivo, neste fim de semana estarei:
Sábado 21 de Julho, 11h - Livraria Bulhosa do Oeiras Park
Sábado 21 de Julho, 16h30 – Feira do Livro de Loures, junto ao pavilhão Paz e Amizade
Domingo 22 de Julho, 11h – Fnac Colombo
Domingo 22 de Julho, 15h – Fnac Cascais

(Foto, texto e informação cedida via mail, por Margarida Botelho)
Etiquetas - Livros e Leituras , Eventos
Biblioteca do Convento de Mafra mostra ensinamentos ocultos
Livros de «ensinamentos ocultos» que a Inquisição proibiu mas manteve nas bibliotecas dos mosteiros são expostos a partir de domingo, e até Outubro, na Biblioteca do Convento de Mafra.
A exposição, coordenada por José Medeiros, intitula-se «Magos, Astrólogos e Cabalistas.
Os Livros dos Ensinamentos Ocultos», e foi organizada a partir do espólio daquela biblioteca.
Em declarações à Lusa, o investigador salientou o facto de «a biblioteca de Mafra nunca ter sido deslocada, nem quando da extinção das ordens religiosas em 1834, e reunir a biblioteca do convento e a das escolas, instituídas por decreto de D. João V em 1733, três anos depois da sagração da basílica».
«Trata-se de uma biblioteca conventual exactamente como era e revela um espólio riquíssimo e muito vasto», disse Medeiros.
«É curioso que os livros que a Inquisição proibia e colocava no Index [lista de livros proscritos] integravam as bibliotecas dos seus conventos», sublinhou José Medeiros.
A responsável pela biblioteca, Teresa Amaral, afirmou por seu turno que «este é um fundo de catálogo concreto da biblioteca que está organizada como se se tratasse de uma enciclopédia», sendo esta uma forma de o dar a conhecer.
À exposição, que apresenta «apenas 150 obras de um espólio vastíssimo» poderá associar-se um ciclo de conferências, disse Teresa Amaral.
O investigador afirmou que na exposição estarão patentes algumas raridades, nomeadamente primeiras edições de «autores importantes na área do ocultismo».
«Estas ciências eram ensinadas e encaradas de forma natural até ao Renascimento. Só a partir do século XVII, com o advento do racionalismo e das chamadas luzes, se tornaram marginais e não entendidas», disse.
Entre os autores representados na exposição, José Medeiros salientou os portugueses Jerónimo de Chaves, Abraão Zacuto, André de Avelar ou D. Francisco Manuel de Melo, autor do «Tratado da Ciência Cabala», do século XVIII.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Livros e Leituras , Exposições
A exposição, coordenada por José Medeiros, intitula-se «Magos, Astrólogos e Cabalistas.
Os Livros dos Ensinamentos Ocultos», e foi organizada a partir do espólio daquela biblioteca.
Em declarações à Lusa, o investigador salientou o facto de «a biblioteca de Mafra nunca ter sido deslocada, nem quando da extinção das ordens religiosas em 1834, e reunir a biblioteca do convento e a das escolas, instituídas por decreto de D. João V em 1733, três anos depois da sagração da basílica».
«Trata-se de uma biblioteca conventual exactamente como era e revela um espólio riquíssimo e muito vasto», disse Medeiros.
«É curioso que os livros que a Inquisição proibia e colocava no Index [lista de livros proscritos] integravam as bibliotecas dos seus conventos», sublinhou José Medeiros.
A responsável pela biblioteca, Teresa Amaral, afirmou por seu turno que «este é um fundo de catálogo concreto da biblioteca que está organizada como se se tratasse de uma enciclopédia», sendo esta uma forma de o dar a conhecer.
À exposição, que apresenta «apenas 150 obras de um espólio vastíssimo» poderá associar-se um ciclo de conferências, disse Teresa Amaral.
O investigador afirmou que na exposição estarão patentes algumas raridades, nomeadamente primeiras edições de «autores importantes na área do ocultismo».
«Estas ciências eram ensinadas e encaradas de forma natural até ao Renascimento. Só a partir do século XVII, com o advento do racionalismo e das chamadas luzes, se tornaram marginais e não entendidas», disse.
Entre os autores representados na exposição, José Medeiros salientou os portugueses Jerónimo de Chaves, Abraão Zacuto, André de Avelar ou D. Francisco Manuel de Melo, autor do «Tratado da Ciência Cabala», do século XVIII.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Livros e Leituras , Exposições
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Na biblioteca da Universidade da Madeira : Nova plataforma informática
A plataforma foi adquirida no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio, através do POSI e do FEDER. A candidatura foi apresentada em 2003 ao programa Madeira Digital.
A biblioteca da Universidade da Madeira (UMa) dispõe de uma nova plataforma informática integrada, constituída pelos softwares Aleph e Digitool.A aquisição desta plataforma enquadra-se no III Quadro Comuntário de Apoio, através do POSI e do FEDER, tendo a candidatura para tal sido apresentada em 2003 pela biblioteca, em parceria com o Sector de Comunicações e Informática ao programa Madeira Digital, com a designação UMa-DIDA (digitalização de documentação e dos arquivos administrativos).
De referir que o software Aleph, de origem israelita, é utilizado em inúmeras bibliotecas de distintas tipologias, nacionais e internacionais, sendo um software integrado de gestão documental.
O mesmo caracteriza-se pela escalabilidade, pela suportabilidade, por um sistema aberto e interoperabilidade e ainda pela usabilidade e acessibilidade.
Aliás, estas são características que concorrem para a criação de consórcios de bibliotecas, entidades cuja principal missão é a cooperação bibliotecária tento em vista a criação de catálogos colectivos e que, por este motivo, se vulgarizaram nos países que apostam na informação científica, técnica e cultural, imprescindíveis para a construção do conhecimento.
Já o software Digitool está orientado para a gestão de conteúdos, permitindo digitalizar repertórios documentais e criar bibliotecas digitais.
Para consultar os novos catálogos do Aleph, basta aceder ao site “www.uma.pt/sda”.
Fonte: Jornal da Madeira Online
Etiquetas - Serviços de Bibliotecas
A biblioteca da Universidade da Madeira (UMa) dispõe de uma nova plataforma informática integrada, constituída pelos softwares Aleph e Digitool.A aquisição desta plataforma enquadra-se no III Quadro Comuntário de Apoio, através do POSI e do FEDER, tendo a candidatura para tal sido apresentada em 2003 pela biblioteca, em parceria com o Sector de Comunicações e Informática ao programa Madeira Digital, com a designação UMa-DIDA (digitalização de documentação e dos arquivos administrativos).
De referir que o software Aleph, de origem israelita, é utilizado em inúmeras bibliotecas de distintas tipologias, nacionais e internacionais, sendo um software integrado de gestão documental.
O mesmo caracteriza-se pela escalabilidade, pela suportabilidade, por um sistema aberto e interoperabilidade e ainda pela usabilidade e acessibilidade.
Aliás, estas são características que concorrem para a criação de consórcios de bibliotecas, entidades cuja principal missão é a cooperação bibliotecária tento em vista a criação de catálogos colectivos e que, por este motivo, se vulgarizaram nos países que apostam na informação científica, técnica e cultural, imprescindíveis para a construção do conhecimento.
Já o software Digitool está orientado para a gestão de conteúdos, permitindo digitalizar repertórios documentais e criar bibliotecas digitais.
Para consultar os novos catálogos do Aleph, basta aceder ao site “www.uma.pt/sda”.
Fonte: Jornal da Madeira Online
Etiquetas - Serviços de Bibliotecas
Um milhão de volumes online da maior biblioteca universitária do país
Já é possível aceder a um milhão de títulos do espólio bibliográfico cinco vezes centenário da Universidade de Coimbra, através da internet. Digitalização de obras antigas e base de dados com produção científica da Universidade de Coimbra são os próximos passos.
Paula Alexandra Almeida desde há alguns meses que é possível aceder aos títulos do acervo bibliográfico da Universidade de Coimbra através de uma base de dados online. Trata-se do maior acervo das universidades portuguesas, com cerca de 2,5 milhões de exemplares nas suas cerca de 80 bibliotecas.
Só a Biblioteca Geral tem um total estimado em 1,5 milhões de exemplares.Hoje, a UC assinala a entrada online do exemplar um milhão, o livro “A Morada da Sabedoria”, de António Filipe Pimentel, obra editada em 2006, que aborda a história de mil anos do Paço das Escolas e a sua relação com a história da própria cidade.
Em ligação com esta base de dados, estão também a ser criadas e alargadas duas outras bases de dados, uma contendo digitalização de obras antigas e valiosas e outra com a produção científica dos professores e investigadores da Universidade de Coimbra.Estes meios serão geridos pelo SIBUC – Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra e possibilitarão o acesso a bases de dados nacionais e internacionais, como é o caso da Biblioteca do Conhecimento Online (B-ON).
Para Carlos Fiolhais, director da BGUC, “este é um momento decisivo na construção da biblioteca virtual da Universidade de Coimbra. Com ela a universidade conseguirá uma maior projecção em todo o mundo, em particular no de língua portuguesa. A morada da sabedoria está a ganhar nova dimensão”.
Fonte: O Primeiro de Janeiro
Etiquetas - Bibliotecas Universitárias , Acervo Documental
Paula Alexandra Almeida desde há alguns meses que é possível aceder aos títulos do acervo bibliográfico da Universidade de Coimbra através de uma base de dados online. Trata-se do maior acervo das universidades portuguesas, com cerca de 2,5 milhões de exemplares nas suas cerca de 80 bibliotecas.
Só a Biblioteca Geral tem um total estimado em 1,5 milhões de exemplares.Hoje, a UC assinala a entrada online do exemplar um milhão, o livro “A Morada da Sabedoria”, de António Filipe Pimentel, obra editada em 2006, que aborda a história de mil anos do Paço das Escolas e a sua relação com a história da própria cidade.
Em ligação com esta base de dados, estão também a ser criadas e alargadas duas outras bases de dados, uma contendo digitalização de obras antigas e valiosas e outra com a produção científica dos professores e investigadores da Universidade de Coimbra.Estes meios serão geridos pelo SIBUC – Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra e possibilitarão o acesso a bases de dados nacionais e internacionais, como é o caso da Biblioteca do Conhecimento Online (B-ON).
Para Carlos Fiolhais, director da BGUC, “este é um momento decisivo na construção da biblioteca virtual da Universidade de Coimbra. Com ela a universidade conseguirá uma maior projecção em todo o mundo, em particular no de língua portuguesa. A morada da sabedoria está a ganhar nova dimensão”.
Fonte: O Primeiro de Janeiro
Etiquetas - Bibliotecas Universitárias , Acervo Documental
terça-feira, 17 de julho de 2007
Matosinhos: Bibliotecas de Praia 2007
Com a chegada do Verão chegam também as Bibliotecas de Praia.O sol, o mar, a literatura e a animação reúnem-se mais uma vez nas Bibliotecas de Paria, numa iniciativa da Câmara Municipal de Matosinhos, que cobre a costa do concelho, de Matosinhos e Leça da Palmeira e de Perafita a Lavra.
De 2 de Julho a 2 de Setembro, a Rede Concelhia de Bibliotecas de Matosinhos, que integra a Biblioteca Municipal Florbela Espanca, a Biblioteca Anexa de S. Mamede de Infesta, a Biblioteca Itinerante e a Rede de Bibliotecas Escolares, estende os seus serviços até às praias de Matosinhos, possibilitando aos veraneantes desfrutar do prazer da leitura.
Distribuídas por cinco praias, Matosinhos/Titan, Leça da Palmeira/Beijinhos, Cabo do Mundo, Memória e Pedras do Corgo, as Bibliotecas de Praia disponibilizam aos veraneantes um serviço adequado aos vários utilizadores, permitindo consultar e requisitar um tipo variado de obras, como livros, revistas e jornais.
Da literatura clássica às últimas novidades, passando pela literatura infantil e juvenil; dos jornais diários, semanários e desportivos, aos semanários de referência da actualidade, fornecendo também revistas de informação geral e outras de carácter temático.
E porque as Bibliotecas de Praia,, segundo o vereador da Cultura, Fernando Rocha “são um projecto dinâmico e interactivo, essencialmente voltado pars os mais novos, será também promovido um conjunto de actividades onde estes terão especial destaque como “a hora do conto”, oficinas de escultura e bijuteria, aproveitando e reciclando material apanhado nas praias, acções de sensibilização ambiental e interpretação de dunas e marés com a colaboração da Fundação Ela (Estação Litoral da Aguda)”.
Haverá, ainda, construção de figuras em gesso, atelieres de escrita criativa, como o “Dicionário do Mar” e um teatro de fantoches, que pela primeira vez desce às praias, com a peça D. Roberto, da companhia Limite.O.
Para além destas iniciativas, haverá também espaço para um atelier de sensibilização para a problemática da deficiência visual, denominado “Ver, não ver e aprender”, bem como outras actividades com os “azulejos mágicos”, onde se pintarão as ilustrações de um livro de azulejos, os “os bonecos mágicos”, onde poderão ser construídos fantoches e marionetas tendo por base as personagens de um livro. Estas duas últimas integram paralelamente o projecto Bibliotecas Mágicas.
A Biblioteca Itinerante, este ano, aliar-se-á às Bibliotecas de Praia, promovendo a leitura e outras actividades em diversas praias – Marreco, Fontão, Angeiras, Agudela, entre outras – materializando assim o desígnio de “ver ainda mais longe”.
Com um crescimento de ano para ano, contando no ano passado com cerca de 4000 utilizadores, este projecto, segundo o autarca responsável, “reafirma-se como uma aposta ganha no que toca ao incentivo à leitura, à informação, ao conhecimento e ao lazer”.As Bibliotecas de Praia funcionam todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas.
Fonte: Matosinhos hoje
Etiquetas - Eventos , Actividades de Animação, divulgação e Markting
De 2 de Julho a 2 de Setembro, a Rede Concelhia de Bibliotecas de Matosinhos, que integra a Biblioteca Municipal Florbela Espanca, a Biblioteca Anexa de S. Mamede de Infesta, a Biblioteca Itinerante e a Rede de Bibliotecas Escolares, estende os seus serviços até às praias de Matosinhos, possibilitando aos veraneantes desfrutar do prazer da leitura.
Distribuídas por cinco praias, Matosinhos/Titan, Leça da Palmeira/Beijinhos, Cabo do Mundo, Memória e Pedras do Corgo, as Bibliotecas de Praia disponibilizam aos veraneantes um serviço adequado aos vários utilizadores, permitindo consultar e requisitar um tipo variado de obras, como livros, revistas e jornais.
Da literatura clássica às últimas novidades, passando pela literatura infantil e juvenil; dos jornais diários, semanários e desportivos, aos semanários de referência da actualidade, fornecendo também revistas de informação geral e outras de carácter temático.
E porque as Bibliotecas de Praia,, segundo o vereador da Cultura, Fernando Rocha “são um projecto dinâmico e interactivo, essencialmente voltado pars os mais novos, será também promovido um conjunto de actividades onde estes terão especial destaque como “a hora do conto”, oficinas de escultura e bijuteria, aproveitando e reciclando material apanhado nas praias, acções de sensibilização ambiental e interpretação de dunas e marés com a colaboração da Fundação Ela (Estação Litoral da Aguda)”.
Haverá, ainda, construção de figuras em gesso, atelieres de escrita criativa, como o “Dicionário do Mar” e um teatro de fantoches, que pela primeira vez desce às praias, com a peça D. Roberto, da companhia Limite.O.
Para além destas iniciativas, haverá também espaço para um atelier de sensibilização para a problemática da deficiência visual, denominado “Ver, não ver e aprender”, bem como outras actividades com os “azulejos mágicos”, onde se pintarão as ilustrações de um livro de azulejos, os “os bonecos mágicos”, onde poderão ser construídos fantoches e marionetas tendo por base as personagens de um livro. Estas duas últimas integram paralelamente o projecto Bibliotecas Mágicas.
A Biblioteca Itinerante, este ano, aliar-se-á às Bibliotecas de Praia, promovendo a leitura e outras actividades em diversas praias – Marreco, Fontão, Angeiras, Agudela, entre outras – materializando assim o desígnio de “ver ainda mais longe”.
Com um crescimento de ano para ano, contando no ano passado com cerca de 4000 utilizadores, este projecto, segundo o autarca responsável, “reafirma-se como uma aposta ganha no que toca ao incentivo à leitura, à informação, ao conhecimento e ao lazer”.As Bibliotecas de Praia funcionam todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas.
Fonte: Matosinhos hoje
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segunda-feira, 16 de julho de 2007
Horário de Verão na biblioteca municipal de Coimbra
A biblioteca municipal de Coimbra passa a ter um novo horário, de verão, já a partir de amanhã, 16.Até 15 de Setembro a biblioteca vai funcionar de segunda a sexta-feira, entre as 10 e as 12h30 e entre as 14h e as 18h30.
Assim sendo, a biblioteca passa, durante este período, a encerrar à hora de almoço e aos Sábados.
O horário das exposições abertas ao público na Casa da Cultura também vai ser alterado durante este período.
Com a chegada do verão as portas da Casa da Cultura abrem a horas diferentes
Foto: Rui Velindro
As mostras vão poder ser visitadas de segunda a sexta-feira, entre as 9h e as 18h30, estando encerradas aos sábados, domingos e feriados.
Para compensar a mudança de horário, a biblioteca municipal de Coimbra põe ao dispor dos seus utilizadores o espaço “Ler ao Cubo”, no Parque Verde do Mondego.
Neste espaço os utentes da biblioteca municipal podem requisitar livros, publicações periódicas e CD’s, todos os sábados, domingos e feriados, entre as 15h e as 20h.
Em comunicado de imprensa, o Vereador da Cultura do município de Coimbra, Mário Nunes, explica que esta iniciativa pretende “estimular a leitura e a audição de música de forma informal a todos aqueles que delas queiram usufruir, num espaço aprazível a todas as faixas etárias”.
Fonte: Acabra.net
sábado, 14 de julho de 2007
Biblioteca Pública Regional da Madeira desce à cidade, entre 17 e 22 de Julho
A Biblioteca Pública Regional tem uma média de três mil visitantes por mês. Um número a aumentar com a realização da “Biblioteca na Cidade”, uma iniciativa que visa promover e divulgar as características e acervo da BPR.
Nos próximos dias 17 a 22, a Biblioteca Pública Regional desce à cidade para divulgar o seu acervo, a sua infra-estrutura e o trabalho desenvolvido nas instalações situadas no Caminho do Álamos, Santo António.
“Biblioteca na Cidade” foi ontem apresentada pelo secretário regional de Educação e Cultura e pela directora da Biblioteca Regional, Maria da Paz Azeredo Pais. Francisco Fernandes sublinhou o facto de aquela instituição receber por mês cerca de três mil visitantes, contudo, há ainda muitos madeirenses que não conhecem a Biblioteca. Motivo mais do que suficiente para que se desloque, durante seis dias, para o centro do Funchal, mais concretamente para o Largo da Restauração, entre as 10 e as 20 horas, nos dias 17 a 22.
Ali, será montada uma tenda gigante na qual será apresentada parte dos fundos documentais, história, projectos e serviços da BPR, que serão mostrados através de painéis. A diversão e o prazer de ler é outro objectivo desta iniciativa que visa ainda recolher dados que permitam a melhoria da qualidade dos serviços prestados pela Biblioteca.
Maria da Paz Azeredo Pais divulgou que a BPR tem um acervo de 180 mil obras já na base de dados, embora existam ainda muitos livros e publicações por contabilizar. Praticamente todos os meses são enviados pela Biblioteca nacional cerca de 1.800 livros ou publicações editadas em Portugal, no âmbito do depósito legal a que a biblioteca regional está contemplada.
Das novidades do espaço no Caminho dos Álamos que pretende atrair mais visitantes, de destacar que desde a última quinta-feira, foi criado um espaço jovem para os adolescentes que de certa forma já não se identificam com a sala infanto-juvenil ali existente. No que se refere ainda à “Biblioteca na Cidade”, de apontar que será ainda promovida a iniciativa “Livro em Viagem”.
O leitor leva um de trinta livro “viajantes” e, “despreocupadamente”, permite que a obra passe de mão em mão, desde que regresse de viagem no dia 23 de Abril de 2008, Dia Mundial do Livro, em que tem de ser entregue na Biblioteca Pública.De salientar ainda que a Biblioteca Pública Regional alargou o seu horário de abertura ao público.
Assim, durante a semana está aberta entre as 9 h 30 e as 20 horas, à excepção da segunda-feira que abre apenas às 14 horas. Aos sábados, abre às 9 h 30 e fecha às 15 horas.
Fonte: Jornal da Madeira
Etiquetas - Acervo Documental , Livros e Leituras , Serviços de Bibliotecas
Nos próximos dias 17 a 22, a Biblioteca Pública Regional desce à cidade para divulgar o seu acervo, a sua infra-estrutura e o trabalho desenvolvido nas instalações situadas no Caminho do Álamos, Santo António.
“Biblioteca na Cidade” foi ontem apresentada pelo secretário regional de Educação e Cultura e pela directora da Biblioteca Regional, Maria da Paz Azeredo Pais. Francisco Fernandes sublinhou o facto de aquela instituição receber por mês cerca de três mil visitantes, contudo, há ainda muitos madeirenses que não conhecem a Biblioteca. Motivo mais do que suficiente para que se desloque, durante seis dias, para o centro do Funchal, mais concretamente para o Largo da Restauração, entre as 10 e as 20 horas, nos dias 17 a 22.
Ali, será montada uma tenda gigante na qual será apresentada parte dos fundos documentais, história, projectos e serviços da BPR, que serão mostrados através de painéis. A diversão e o prazer de ler é outro objectivo desta iniciativa que visa ainda recolher dados que permitam a melhoria da qualidade dos serviços prestados pela Biblioteca.
Maria da Paz Azeredo Pais divulgou que a BPR tem um acervo de 180 mil obras já na base de dados, embora existam ainda muitos livros e publicações por contabilizar. Praticamente todos os meses são enviados pela Biblioteca nacional cerca de 1.800 livros ou publicações editadas em Portugal, no âmbito do depósito legal a que a biblioteca regional está contemplada.
Das novidades do espaço no Caminho dos Álamos que pretende atrair mais visitantes, de destacar que desde a última quinta-feira, foi criado um espaço jovem para os adolescentes que de certa forma já não se identificam com a sala infanto-juvenil ali existente. No que se refere ainda à “Biblioteca na Cidade”, de apontar que será ainda promovida a iniciativa “Livro em Viagem”.
O leitor leva um de trinta livro “viajantes” e, “despreocupadamente”, permite que a obra passe de mão em mão, desde que regresse de viagem no dia 23 de Abril de 2008, Dia Mundial do Livro, em que tem de ser entregue na Biblioteca Pública.De salientar ainda que a Biblioteca Pública Regional alargou o seu horário de abertura ao público.
Assim, durante a semana está aberta entre as 9 h 30 e as 20 horas, à excepção da segunda-feira que abre apenas às 14 horas. Aos sábados, abre às 9 h 30 e fecha às 15 horas.
Fonte: Jornal da Madeira
Etiquetas - Acervo Documental , Livros e Leituras , Serviços de Bibliotecas
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Guarda: Biblioteca Municipal vai acolher centro de estudo e divulgação da vida e obra de Sousa Mendes
O edifício do Solar Teles de Vasconcelos, onde funciona a actual Biblioteca Municipal da Guarda, vai ser transformado num local de estudo e divulgação da vida e obra do cônsul Aristides Sousa Mendes.
No âmbito do projecto «Memorial da Vida Aristides Sousa Mendes», que envolve a Câmara Municipal da Guarda e a Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE), o edifício será convertido num local que permitirá «homenagear e estudar o trabalho do cônsul», que durante a II Guerra Mundial, salvou 30 mil pessoas do holocausto nazi.
Segundo Jorge Patrão, presidente da RTSE, o espaço funcionará como «centro de documentação, de filmes e de fotografias», permitindo o estudo da vida do cônsul e o apuramento dos dados relacionados com a identidade das pessoas que ele salvou.
O mesmo projecto contempla a instalação, na cidade da Guarda e na fronteira de Vilar Formoso, de monumentos com os nomes dos refugiados - 12 mil judeus e 18 mil não judeus que foram salvos do holocausto nazi pelo cônsul de Portugal em Bordéus (França).
Em relação à fronteira, foi ainda referido na cerimónia de lançamento do projecto, que a CP e a Câmara Municipal de Almeida, irão decidir a melhor forma de criar naquela vila fronteiriça um espaço que permita evocar «a chegada dos refugiados» a Portugal, a bordo do comboio Sud Express.
O dinamizador do Memorial, Jorge Patrão, adiantou à Agência Lusa que os projectos serão alvo de uma candidatura ao próximo QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional), admitindo que a sua concretização possa estar efectivada «no final de 2008».
Foi também anunciado pela Região de Turismo da Serra da Estrela que o feito de Aristides de Sousa Mendes será objecto da publicação de um livro e de um filme, intitulado «O Selo», pelo realizador George Felner.
Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, referiu que o Memorial dedicado a Aristides de Sousa Mendes irá ficar sedeado no Solar Teles de Vasconcelos, que em breve ficará vago, com a mudança dos serviços da Biblioteca Municipal para um novo imóvel.
O autarca fez votos para que o futuro espaço, que será integrado na Rota das Judiarias, criada pela RTSE, «projecte a região da Guarda na Europa e no Mundo».
O Embaixador de Israel em Portugal, Aaron Ram, também presente na apresentação de hoje, disse que em Israel Aristides de Sousa Mendes «é considerado um herói, um homem que se comportou como um ser humano numa época em que muito poucos o fizeram».
Salientou que «ocupa um lugar de honra no Museu Memorial de Yad Valshem, em Jerusalém», e valorizou o Memorial que será edificado na Guarda «ao homem que foi tão importante para o povo judeu e para a nação portuguesa».
Por sua vez Álvaro Sousa Mendes, neto do cônsul e presidente da Fundação que tem o nome de Aristides Sousa Mendes, mostrou-se «muito emocionado» com o projecto do Memorial que será «um hino à vida».
Recordou que a Fundação a que preside foi criada em 2000 e que neste momento tem a «preocupação grande» de recuperar a casa do seu avô, em Cabanas de Viriato.
«A Fundação comprou a casa em 2001 e hoje pretendemos fazer ali uma Casa Museu, um monumento dedicado a Aristides de Sousa Mendes e aos refugiados, com uma biblioteca sobre a II Guerra Mundial e o período do holocausto», disse.
O projecto de arquitectura está a ser executado neste momento, esperando que «até final do ano» possa ter «um projecto com estimativas de custos» para ser apresentado ao Estado e aos mecenas.
O diplomata português Aristides de Sousa Mendes, nascido em Julho de 1885, em Cabanas de Viriato, foi o cidadão do mundo que mais seres humanos salvou durante a II Guerra Mundial.
Os salvo-condutos passados em Bordéus e Bayonne (França) permitiram a passagem da fronteira franco-espanhola dos Pirinéus e a entrada em Portugal pela fronteira de Vilar Formoso.
O cônsul português em Bordéus (França), entre os dias 17 e 19 de Junho de 1940, assinou 30 mil vistos para salvar pessoas do holocausto nazi, contrariando as ordens do Governo de Salazar, situação que o levaria à expulsão da carreira diplomática.
Morreu a 03 de Abril de 1954 em Lisboa, no Hospital da Ordem Terceira
Fonte: Diário Digital
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No âmbito do projecto «Memorial da Vida Aristides Sousa Mendes», que envolve a Câmara Municipal da Guarda e a Região de Turismo da Serra da Estrela (RTSE), o edifício será convertido num local que permitirá «homenagear e estudar o trabalho do cônsul», que durante a II Guerra Mundial, salvou 30 mil pessoas do holocausto nazi.
Segundo Jorge Patrão, presidente da RTSE, o espaço funcionará como «centro de documentação, de filmes e de fotografias», permitindo o estudo da vida do cônsul e o apuramento dos dados relacionados com a identidade das pessoas que ele salvou.
O mesmo projecto contempla a instalação, na cidade da Guarda e na fronteira de Vilar Formoso, de monumentos com os nomes dos refugiados - 12 mil judeus e 18 mil não judeus que foram salvos do holocausto nazi pelo cônsul de Portugal em Bordéus (França).
Em relação à fronteira, foi ainda referido na cerimónia de lançamento do projecto, que a CP e a Câmara Municipal de Almeida, irão decidir a melhor forma de criar naquela vila fronteiriça um espaço que permita evocar «a chegada dos refugiados» a Portugal, a bordo do comboio Sud Express.
O dinamizador do Memorial, Jorge Patrão, adiantou à Agência Lusa que os projectos serão alvo de uma candidatura ao próximo QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional), admitindo que a sua concretização possa estar efectivada «no final de 2008».
Foi também anunciado pela Região de Turismo da Serra da Estrela que o feito de Aristides de Sousa Mendes será objecto da publicação de um livro e de um filme, intitulado «O Selo», pelo realizador George Felner.
Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente, referiu que o Memorial dedicado a Aristides de Sousa Mendes irá ficar sedeado no Solar Teles de Vasconcelos, que em breve ficará vago, com a mudança dos serviços da Biblioteca Municipal para um novo imóvel.
O autarca fez votos para que o futuro espaço, que será integrado na Rota das Judiarias, criada pela RTSE, «projecte a região da Guarda na Europa e no Mundo».
O Embaixador de Israel em Portugal, Aaron Ram, também presente na apresentação de hoje, disse que em Israel Aristides de Sousa Mendes «é considerado um herói, um homem que se comportou como um ser humano numa época em que muito poucos o fizeram».
Salientou que «ocupa um lugar de honra no Museu Memorial de Yad Valshem, em Jerusalém», e valorizou o Memorial que será edificado na Guarda «ao homem que foi tão importante para o povo judeu e para a nação portuguesa».
Por sua vez Álvaro Sousa Mendes, neto do cônsul e presidente da Fundação que tem o nome de Aristides Sousa Mendes, mostrou-se «muito emocionado» com o projecto do Memorial que será «um hino à vida».
Recordou que a Fundação a que preside foi criada em 2000 e que neste momento tem a «preocupação grande» de recuperar a casa do seu avô, em Cabanas de Viriato.
«A Fundação comprou a casa em 2001 e hoje pretendemos fazer ali uma Casa Museu, um monumento dedicado a Aristides de Sousa Mendes e aos refugiados, com uma biblioteca sobre a II Guerra Mundial e o período do holocausto», disse.
O projecto de arquitectura está a ser executado neste momento, esperando que «até final do ano» possa ter «um projecto com estimativas de custos» para ser apresentado ao Estado e aos mecenas.
O diplomata português Aristides de Sousa Mendes, nascido em Julho de 1885, em Cabanas de Viriato, foi o cidadão do mundo que mais seres humanos salvou durante a II Guerra Mundial.
Os salvo-condutos passados em Bordéus e Bayonne (França) permitiram a passagem da fronteira franco-espanhola dos Pirinéus e a entrada em Portugal pela fronteira de Vilar Formoso.
O cônsul português em Bordéus (França), entre os dias 17 e 19 de Junho de 1940, assinou 30 mil vistos para salvar pessoas do holocausto nazi, contrariando as ordens do Governo de Salazar, situação que o levaria à expulsão da carreira diplomática.
Morreu a 03 de Abril de 1954 em Lisboa, no Hospital da Ordem Terceira
Fonte: Diário Digital
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