Num “tempo acelerado que confunde o saber com o clique”, as bibliotecas continuam a ter o seu papel, lembrou ontem, em Vila Nova de Famalicão, a coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Teresa Calçada.
Teresa Calçada, que falava na abertura do 2.º Encontro do Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares, afirmou que, paradoxalmente, “pode parecer que é preciso ler menos porque a informação está ao alcance de um clique”, mas é preciso potenciar a informação em conhecimento.As novas tecnologias - de que já não se pode prescindir - devem ser “potenciadas e criticadas para que o utilizador seja mais leitor” sustenta aquela responsável, que acredita que a “colaboração entre as bibliotecas públicas e escolares melhora as condições para chegar a essa desiderato”.As bibliotecas são “instrumentos na capacitação de alunos, professores e famílias para a mais-valia da leitura” apontou.
A coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares sublinha que “os leitores não estão feitos, fazem-se” e, na sociedade da informação, “temos que fazer leitores competentes num conjunto de suportes de informação”.“Leitores mais competentes e mais críticos” é o objectivo das bibliotecas, sejam públicas ou escolares, diz Teresa Calçada.Ontem, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco reuniram-se professores e serviços de apoio às bibliotecas escolares com o intuito de partilharem boas práticas.
Em Vila Nova de Famalicão, foi mesmo constituído, no início deste ano, um Grupo de Trabalho das Bibliotecas do concelho.O vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Ricardo Mendes, realçou a importância do serviço de apoio às bibliotecas escolares.“Cada vez mais é necessário um esforço para continuar a fomentar o gosto pela leitura, porparte dos mais novos e dos menos novos” afirmou Ricardo Mendes.
O representante do Município assegura que “em Famalicão os espaços são dignos e apropriados para fomentar esse gosto”, aproveitando para dar conta do “grande esforço feito pelo município a nível de equipamentos culturais”.Actualmente, 26 bibliotecas escolares de Famalicão integram a rede nacional, referiu o coordenador interconcelhio, António Pires.
Fonte: Correio do Minho
Etiquetas - Bibliotecas Públicas , Livros e Leituras
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nova Biblioteca municipal de Espinho inaugurada sem livros
O edifício da nova Biblioteca Municipal de Espinho vai ser inaugurado hoje, mas o espaço continuará fechado. É que falta o essencial para o seu funcionamento, ou seja, livros, periódicos e todo o restante fundo documental.
A data de abertura ao público está, por isso, ainda em suspenso, continuando a funcionar a biblioteca provisoriamente instalada no salão nobre da Piscina Solário Atlântico.
Apesar disso, todas as atenções se virarão hoje para o Parque João de Deus, também requalificado, onde foi construída de raiz aquela que, em 2004 e segundo um estudo citado pelo vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, era a obra mais ambicionada pela população.
A biblioteca, cujo projecto de arquitectura ficou a cargo de Rui Lacerda, foi concebida tendo por base a forma dos antigos quarteirões de Espinho, cujo centro ficava sempre livre. Neste caso, o interior da biblioteca é marcado por um espaço aberto, dispensando assim a existência de corredores.
Curioso é o facto de o edifício ser atravessado por uma rua que liga a Avenida 24 ao interior do Parque João de Deus. O objectivo passou por levar as pessoas que habitualmente já por ali entravam a caminho do jardim a continuar a fazê-lo de forma a convidá-las a entrar na biblioteca.
Um espaço bem diferente do inicialmente previsto, com três pisos, e que foi considerado demasiado grande e dispendioso.
Recorde-se que o projecto teve de ser reformulado de forma a cumprir as regras das Bibliotecas Municipais do tipo 2, ou seja, para concelhos com população entre os 20 mil e os 50 mil habitantes. Além das secções diferenciadas para adultos e crianças, a biblioteca integra também espaços polivalentes para actividades de animação, colóquios e exposições. Tratou-se de um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros.
Fonte: Jornal de Noticias
Etiquetas - Equipamento, instalações e mobiliário
A data de abertura ao público está, por isso, ainda em suspenso, continuando a funcionar a biblioteca provisoriamente instalada no salão nobre da Piscina Solário Atlântico.
Apesar disso, todas as atenções se virarão hoje para o Parque João de Deus, também requalificado, onde foi construída de raiz aquela que, em 2004 e segundo um estudo citado pelo vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, era a obra mais ambicionada pela população.
A biblioteca, cujo projecto de arquitectura ficou a cargo de Rui Lacerda, foi concebida tendo por base a forma dos antigos quarteirões de Espinho, cujo centro ficava sempre livre. Neste caso, o interior da biblioteca é marcado por um espaço aberto, dispensando assim a existência de corredores.
Curioso é o facto de o edifício ser atravessado por uma rua que liga a Avenida 24 ao interior do Parque João de Deus. O objectivo passou por levar as pessoas que habitualmente já por ali entravam a caminho do jardim a continuar a fazê-lo de forma a convidá-las a entrar na biblioteca.
Um espaço bem diferente do inicialmente previsto, com três pisos, e que foi considerado demasiado grande e dispendioso.
Recorde-se que o projecto teve de ser reformulado de forma a cumprir as regras das Bibliotecas Municipais do tipo 2, ou seja, para concelhos com população entre os 20 mil e os 50 mil habitantes. Além das secções diferenciadas para adultos e crianças, a biblioteca integra também espaços polivalentes para actividades de animação, colóquios e exposições. Tratou-se de um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros.
Fonte: Jornal de Noticias
Etiquetas - Equipamento, instalações e mobiliário
sábado, 19 de setembro de 2009
Cadaval - Biblioteca Municipal é inaugurada hoje, 19 de Setembro
Biblioteca Municipal do Cadaval é inaugurada este sábado dia 19, ao início da tarde.Segundo a autarquia trata-se de um equipamento que “vem colmatar uma carência do Concelho, possibilitando fomentar o acesso local à cultura e ao conhecimento”. O novo edifício fica integrado na “Rede Nacional de Bibliotecas Públicas”, divide-se em dois pisos.
Este espaço possui duas secções; adultos e infantil/juvenil, com as áreas de empréstimo, consulta local, periódicos, auto-formação e audiovisual, com escuta e visionamento locais. Integra também espaços polivalentes para actividades tão diversas como a Hora do Conto, jogos educativos, audições colectivas, projecções, colóquios, exposições, entre outros.
A área de periódicos permite uma leitura ao ar livre, com a fruição da paisagem, para além da leitura no interior.Para além de livros, jornais e revistas, a nova biblioteca reunirá documentos áudio, vídeo e multimédia. Disponibilizará, ainda, serviços baseados nas tecnologias de informação e comunicação, permitindo, nomeadamente, a “transferência e expansão do actual Espaço Internet, de forma a criar um Espaço Internet e Multimédia”.A cerimónia inaugural contará com a presença da Directora Geral do Livro e das Bibliotecas, Paula Mourão.
O novo edifício da biblioteca está integrado no “Complexo Cultural das Castanholas” e numa zona de urbanização e edificação recente.A construção da nova infra-estrutura foi financiada pela autarquia do Cadaval e pela Administração Central.Com a aprovação, do financiamento para a “Operação de Qualificação Urbana da Vila do Cadaval”, através dos fundos da União Europeia, foram criadas condições para a instalação e abertura ao público da Biblioteca Municipal e do novo Espaço Internet e Multimédia, mediante a aquisição de equipamento informático, mobiliário e acervo bibliográfico.O valor total de investimento ronda 1,3 milhões de euros.
Fonte: Jornal do Oeste
Etiquetas - Eventos , Equipamento, instalações e mobiliário
Este espaço possui duas secções; adultos e infantil/juvenil, com as áreas de empréstimo, consulta local, periódicos, auto-formação e audiovisual, com escuta e visionamento locais. Integra também espaços polivalentes para actividades tão diversas como a Hora do Conto, jogos educativos, audições colectivas, projecções, colóquios, exposições, entre outros.
A área de periódicos permite uma leitura ao ar livre, com a fruição da paisagem, para além da leitura no interior.Para além de livros, jornais e revistas, a nova biblioteca reunirá documentos áudio, vídeo e multimédia. Disponibilizará, ainda, serviços baseados nas tecnologias de informação e comunicação, permitindo, nomeadamente, a “transferência e expansão do actual Espaço Internet, de forma a criar um Espaço Internet e Multimédia”.A cerimónia inaugural contará com a presença da Directora Geral do Livro e das Bibliotecas, Paula Mourão.
O novo edifício da biblioteca está integrado no “Complexo Cultural das Castanholas” e numa zona de urbanização e edificação recente.A construção da nova infra-estrutura foi financiada pela autarquia do Cadaval e pela Administração Central.Com a aprovação, do financiamento para a “Operação de Qualificação Urbana da Vila do Cadaval”, através dos fundos da União Europeia, foram criadas condições para a instalação e abertura ao público da Biblioteca Municipal e do novo Espaço Internet e Multimédia, mediante a aquisição de equipamento informático, mobiliário e acervo bibliográfico.O valor total de investimento ronda 1,3 milhões de euros.
Fonte: Jornal do Oeste
Etiquetas - Eventos , Equipamento, instalações e mobiliário
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Aliança para combater biblioteca virtual da Google
Projecto gera discórdia entre as maiores empresas do mercado digital. Coligação de gigantes tecnológicos contra a maior biblioteca virtual do mundo é uma hipótese. Em disputa está o sector literário, um dos mais apetecíveis e rentáveis negócios 'online'
A Amazon, Microsoft e Yahoo vão assinar um acordo apelidado de Open Book Alliance e organizado pela Internet Archive. Esta estratégia visa combater a Google, que pretende criar a maior biblioteca virtual do mundo com o serviço Google Books. Brewster Kahle, fundadora do Internet Archive, é peremptória: "A Google está a tentar monopolizar o sistema de biblioteca online, através da exploração de uma única fonte de todos os títulos publicados".
Esta polémica remonta a 2008, quando a empresa chegou a acordo com algumas editoras e autores face à digitalização ilegal de livros que o Google Books estava a levar a cabo. Na altura, a Google concordou com o pagamento de uma indemnização de perto de 87 mil euros, criando a Book Rights Registry, onde os autores e as editoras poderiam registar os seus trabalhos e receber as devidas compensações monetárias. Na altura, a Google ficou também com o direito de digitalizar títulos cujos autores fossem desconhecidos, o que correspondia a 50-70% dos livros editados após 1923.
A organização sem fins lucrativos Internet Archive, responsável pela digitalização de 1,5 milhões de livros, tem sido a maior contestatária do monopólio que a Google está prestes a conseguir. Até agora, tanto a Microsoft como a Yahoo já confirmaram a sua participação; apenas a Amazon aguarda que a aliança seja formalizada.
"Todos nesta coligação temos uma visão competitiva do mercado literário", garantiu Peter Brantley, director do Internet Archive. "Mas se o Google tiver sucesso, conseguirá garantir o monopólio da exploração de uma parte considerável dos livros de o século XX".
Em sua defesa, a Google argumenta que o acordo para esta biblioteca universal virtual trará grandes benefícios para os autores que, em alguns casos, poderão fazer fortunas com livros que se encontram já fora de circulação e que serão facilmente acedidos através da biblioteca virtual. Trata-se, segundo a Google, de um vantajoso processo de democratização da leitura, onde todos saem a ganhar.
Esta não é a primeira vez que a biblioteca virtual da Google é contestada. Em 2006, uma organização que representava 125 editoras sem fins lucrativos de publicações académicas e livros de teses dos Estados Unidos acusou a empresa de violar normas de direitos autorais com um plano que disponibilizava o espólio de bibliotecas universitárias na rede mundial de computadores.
De França surgiram mais críticas, onde há receio de que a iniciativa possa reforçar o predomínio da língua inglesa e do pensamento anglo-saxónico. Por isso, a França e vários outros países europeus garantiram apoios da União Europeia para um projecto rival para obras que não sejam em inglês.
Por outro lado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está a realizar um inquérito sobre o impacto nas condições de concorrência para o mercado livreiro.
Fonte: Diário de Noticias
Etiquetas - Bibliotecas Digitais
A Amazon, Microsoft e Yahoo vão assinar um acordo apelidado de Open Book Alliance e organizado pela Internet Archive. Esta estratégia visa combater a Google, que pretende criar a maior biblioteca virtual do mundo com o serviço Google Books. Brewster Kahle, fundadora do Internet Archive, é peremptória: "A Google está a tentar monopolizar o sistema de biblioteca online, através da exploração de uma única fonte de todos os títulos publicados".
Esta polémica remonta a 2008, quando a empresa chegou a acordo com algumas editoras e autores face à digitalização ilegal de livros que o Google Books estava a levar a cabo. Na altura, a Google concordou com o pagamento de uma indemnização de perto de 87 mil euros, criando a Book Rights Registry, onde os autores e as editoras poderiam registar os seus trabalhos e receber as devidas compensações monetárias. Na altura, a Google ficou também com o direito de digitalizar títulos cujos autores fossem desconhecidos, o que correspondia a 50-70% dos livros editados após 1923.
A organização sem fins lucrativos Internet Archive, responsável pela digitalização de 1,5 milhões de livros, tem sido a maior contestatária do monopólio que a Google está prestes a conseguir. Até agora, tanto a Microsoft como a Yahoo já confirmaram a sua participação; apenas a Amazon aguarda que a aliança seja formalizada.
"Todos nesta coligação temos uma visão competitiva do mercado literário", garantiu Peter Brantley, director do Internet Archive. "Mas se o Google tiver sucesso, conseguirá garantir o monopólio da exploração de uma parte considerável dos livros de o século XX".
Em sua defesa, a Google argumenta que o acordo para esta biblioteca universal virtual trará grandes benefícios para os autores que, em alguns casos, poderão fazer fortunas com livros que se encontram já fora de circulação e que serão facilmente acedidos através da biblioteca virtual. Trata-se, segundo a Google, de um vantajoso processo de democratização da leitura, onde todos saem a ganhar.
Esta não é a primeira vez que a biblioteca virtual da Google é contestada. Em 2006, uma organização que representava 125 editoras sem fins lucrativos de publicações académicas e livros de teses dos Estados Unidos acusou a empresa de violar normas de direitos autorais com um plano que disponibilizava o espólio de bibliotecas universitárias na rede mundial de computadores.
De França surgiram mais críticas, onde há receio de que a iniciativa possa reforçar o predomínio da língua inglesa e do pensamento anglo-saxónico. Por isso, a França e vários outros países europeus garantiram apoios da União Europeia para um projecto rival para obras que não sejam em inglês.
Por outro lado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos está a realizar um inquérito sobre o impacto nas condições de concorrência para o mercado livreiro.
Fonte: Diário de Noticias
Etiquetas - Bibliotecas Digitais
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Barreto Nunes deixa biblioteca pública e arquivo de Braga
O responsável da Biblioteca Pública de Braga (BPB) desde 1979, "director de serviço" desde 2000 despede-se do cargo este Verão, devido a certo cansaço, falta de apoio institucional e burocracia na avaliação da Função Pública.
Henrique Barreto Nunes diz também adeus à Direcção do Arquivo Distrital de Braga - o segundo maior do país, supera um milhão de obras -, posto que aceitou temporariamente há três anos, quando faleceu a antiga coordenadora. Ainda não foi anunciado quem irá ocupar os respectivos lugares. A comunidade tem deixado ao monçanense de 62 anos mensagens informais de gratidão pelo trabalho feito.
Barreto Nunes explicou ao JN que a acumulação dos cargos precipitou a decisão. "Para o cargo do Arquivo não tinha preparação suficiente, desgastou-me, causou-me grande sensação de desconforto e frustração, acrescido pelas exigências e pela responsabilidades do injusto sistema de avaliação dos trabalhadores da função pública. Senti também alguma falta de apoio institucional em situações complicadas", resumiu, emocionado.
A curto ea médio prazos, o bibliotecário gostava de concluir o tratamento do espólio de Victor de Sá, doado à BPB há alguns anos e que Henrique teve que interromper devido ao trabalho exigido no Arquivo; porém, tal opção depende de autorização da Universidade do Minho.
"Estou disponível para colaborar com o Conselho Cultural da UM no que entenderem que os meus préstimos poderão ser úteis", define. Vai ainda colaborar no projecto de um dicionário dos bibliotecários e arquivistas portugueses, escrever "algumas coisas" que vem adiando e "tentar ajudar a mudar o governo desta cidade de Braga tão deprimente e corrupta".
Na BPB, com um "grupo de grande qualidade profissional e humana", diz ter "feito de tudo", desde a reorganização de espaços e colecções - facilitando a acessibilidade do público, em especial na informação disponível -, o tratamento do Depósito Legal, o desenvolvimento e animação da secção infantil, a informatização, o fomento da leitura, a realização regular e constante de eventos culturais em múltiplos segmentos e o "total envolvimento" na criação de uma biblioteca de leitura pública em Braga, entre outros.
No Arquivo Distrital, "que tem alguns funcionários excelentes", realça a integração do arquivo da Casa do Avelar, a actividade editorial e a exposição sobre as Invasões Francesas, que lhe causou "alguma alegria".
Fonte - Jornal de Noticias
Etiquetas - Bibliotecários/as , Bibliotecas Públicas
Henrique Barreto Nunes diz também adeus à Direcção do Arquivo Distrital de Braga - o segundo maior do país, supera um milhão de obras -, posto que aceitou temporariamente há três anos, quando faleceu a antiga coordenadora. Ainda não foi anunciado quem irá ocupar os respectivos lugares. A comunidade tem deixado ao monçanense de 62 anos mensagens informais de gratidão pelo trabalho feito.
Barreto Nunes explicou ao JN que a acumulação dos cargos precipitou a decisão. "Para o cargo do Arquivo não tinha preparação suficiente, desgastou-me, causou-me grande sensação de desconforto e frustração, acrescido pelas exigências e pela responsabilidades do injusto sistema de avaliação dos trabalhadores da função pública. Senti também alguma falta de apoio institucional em situações complicadas", resumiu, emocionado.
A curto ea médio prazos, o bibliotecário gostava de concluir o tratamento do espólio de Victor de Sá, doado à BPB há alguns anos e que Henrique teve que interromper devido ao trabalho exigido no Arquivo; porém, tal opção depende de autorização da Universidade do Minho.
"Estou disponível para colaborar com o Conselho Cultural da UM no que entenderem que os meus préstimos poderão ser úteis", define. Vai ainda colaborar no projecto de um dicionário dos bibliotecários e arquivistas portugueses, escrever "algumas coisas" que vem adiando e "tentar ajudar a mudar o governo desta cidade de Braga tão deprimente e corrupta".
Na BPB, com um "grupo de grande qualidade profissional e humana", diz ter "feito de tudo", desde a reorganização de espaços e colecções - facilitando a acessibilidade do público, em especial na informação disponível -, o tratamento do Depósito Legal, o desenvolvimento e animação da secção infantil, a informatização, o fomento da leitura, a realização regular e constante de eventos culturais em múltiplos segmentos e o "total envolvimento" na criação de uma biblioteca de leitura pública em Braga, entre outros.
No Arquivo Distrital, "que tem alguns funcionários excelentes", realça a integração do arquivo da Casa do Avelar, a actividade editorial e a exposição sobre as Invasões Francesas, que lhe causou "alguma alegria".
Fonte - Jornal de Noticias
Etiquetas - Bibliotecários/as , Bibliotecas Públicas
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Bilioteca Municipal Eugénio de Andrade, no Fundão, lança site
Bilioteca Municipal Eugénio de Andrade, no Fundão, tem desde segunda-feira um site (www.bm-eugenioandrade.com) no qual é possível conhecer os últimos livros adquiridos ou pesquisar o seu catálogo, anunciou a instituição.
A biblioteca tem 2.559 leitores inscritos e um fundo documental de 31.644 obras. No novo sítio é possível obter fichas de inscrição e outros formulários.
O sítio disponibiliza ainda informações sobre as actividades em curso e o funcionamento daquele espaço, inaugurado a 21 de Abril de 2005 com o pseudónimo do escritor nascido na freguesia de Póvoa da Atalaia, Fundão.
A par da presença na Internet, a biblioteca anunciou a aquisição por 1.500 euros de 15 de 200 manuscritos de Eugénio de Andrade leiloados há um mês numa livraria do Porto.
“Enriquece o património do concelho e ajudará curiosos e investigadores deste espaço”, referiu Paulo Fernandes, vereador com o pelouro da Cultura na Câmara do Fundão, que no próximo ano pretende realizar uma exposição e ciclo de actividades sobre Eugénio de Andrade.
Segundo este responsável, “a autarquia está em contacto com a entidade que leiloou os manuscritos para saber quais não foram licitados”, estudando formas de adquirir mais documentos.
Paulo Fernandes desafia mesmo empresas ou outros privados a adquirirem os documentos e entregá-los à biblioteca “numa perspectiva de doação”.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Bibliotecas Digitais , Serviços de Bibliotecas
A biblioteca tem 2.559 leitores inscritos e um fundo documental de 31.644 obras. No novo sítio é possível obter fichas de inscrição e outros formulários.
O sítio disponibiliza ainda informações sobre as actividades em curso e o funcionamento daquele espaço, inaugurado a 21 de Abril de 2005 com o pseudónimo do escritor nascido na freguesia de Póvoa da Atalaia, Fundão.
A par da presença na Internet, a biblioteca anunciou a aquisição por 1.500 euros de 15 de 200 manuscritos de Eugénio de Andrade leiloados há um mês numa livraria do Porto.
“Enriquece o património do concelho e ajudará curiosos e investigadores deste espaço”, referiu Paulo Fernandes, vereador com o pelouro da Cultura na Câmara do Fundão, que no próximo ano pretende realizar uma exposição e ciclo de actividades sobre Eugénio de Andrade.
Segundo este responsável, “a autarquia está em contacto com a entidade que leiloou os manuscritos para saber quais não foram licitados”, estudando formas de adquirir mais documentos.
Paulo Fernandes desafia mesmo empresas ou outros privados a adquirirem os documentos e entregá-los à biblioteca “numa perspectiva de doação”.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Bibliotecas Digitais , Serviços de Bibliotecas
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Guia de recursos para projectos de digitalização
Acaba de ser lançado um site sobre digitalização e preservação digital. Trata-se de um verdadeiro guia de recursos para osprofissionais de informação dos países de língua portuguesa que queiram desenvolver e implementar programas de digitalização e preservação digital nas suas instituições.
O site em questão foi criado em 2009 no âmbito do seminário Organização da Informação e do Conhecimento Digitais leccionado pela Professora Doutora Maria Manuel Borges do mestrado em Informação,Comunicação e Novos Media da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A criação deste projecto resultou da constatação do reduzido número de sites ou outros recursos electrónicos em língua portuguesa sobredigitalização e preservação digital. Com um carácter marcadamente pragmático, pretende-se com este projecto partilhar um conjunto derecursos sobre esta área devidamente seleccionados e organizados.
Propõe-se um conjunto de documentos de apoio, todos eles disponíveis na Internet, sobre digitalização, preservação digital, metadados,propriedade intelectual e direitos de autor. Apesar da maior parte da bibliografia sobre o tema se encontrarem inglês, houve a preocupação em oferecer informação em português,espanhol e francês.
Seleccionou-se, também, um conjunto de empresas portuguesas prestadoras de serviços na área da digitalização, complementada cominformação sobre tecnologia e equipamentos disponíveis actualmente no mercado.
Apresenta-se, ainda, uma recolha de projectos de digitalização de conteúdos culturais (bibliotecas, arquivos e centros de documentação)existentes actualmente nos países de língua portuguesa. Os projectos seleccionados correspondem apenas àqueles cujos documentosdigitalizados se encontram disponíveis online.
Como se trata de um projecto em aberto a todos os interessados porestas matérias, foi utilizado na sua construção a ferramenta colaborativa Wikidot.com. Esta aplicação possibilita a construção de um website que permite a edição colectiva dos seus conteúdos,permitindo a participação de todas as pessoas na criação, revisão e integração de conteúdos.
Disponível em:
http://coleccoes-digitais.wikidot.com/
Todas as sugestões são bem vindas, bem como a sua divulgação junto doscolegas e outros profissionais a quem o assunto possa interessar.
Cordialmente,
Carla Ferreira
Leonor Lopes
Sérgio Mangas
(Informação enviada por e-mail por Sérgio Mangas)
O site em questão foi criado em 2009 no âmbito do seminário Organização da Informação e do Conhecimento Digitais leccionado pela Professora Doutora Maria Manuel Borges do mestrado em Informação,Comunicação e Novos Media da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
A criação deste projecto resultou da constatação do reduzido número de sites ou outros recursos electrónicos em língua portuguesa sobredigitalização e preservação digital. Com um carácter marcadamente pragmático, pretende-se com este projecto partilhar um conjunto derecursos sobre esta área devidamente seleccionados e organizados.
Propõe-se um conjunto de documentos de apoio, todos eles disponíveis na Internet, sobre digitalização, preservação digital, metadados,propriedade intelectual e direitos de autor. Apesar da maior parte da bibliografia sobre o tema se encontrarem inglês, houve a preocupação em oferecer informação em português,espanhol e francês.
Seleccionou-se, também, um conjunto de empresas portuguesas prestadoras de serviços na área da digitalização, complementada cominformação sobre tecnologia e equipamentos disponíveis actualmente no mercado.
Apresenta-se, ainda, uma recolha de projectos de digitalização de conteúdos culturais (bibliotecas, arquivos e centros de documentação)existentes actualmente nos países de língua portuguesa. Os projectos seleccionados correspondem apenas àqueles cujos documentosdigitalizados se encontram disponíveis online.
Como se trata de um projecto em aberto a todos os interessados porestas matérias, foi utilizado na sua construção a ferramenta colaborativa Wikidot.com. Esta aplicação possibilita a construção de um website que permite a edição colectiva dos seus conteúdos,permitindo a participação de todas as pessoas na criação, revisão e integração de conteúdos.
Disponível em:
http://coleccoes-digitais.wikidot.com/
Todas as sugestões são bem vindas, bem como a sua divulgação junto doscolegas e outros profissionais a quem o assunto possa interessar.
Cordialmente,
Carla Ferreira
Leonor Lopes
Sérgio Mangas
(Informação enviada por e-mail por Sérgio Mangas)
Biblioteca da Penha de França já reabriu no dia 21 de Julho
A Biblioteca Municipal da Penha de França está instalada num palacete setecentista, no que resta de um complexo de antigas quintas e palácios. Encerrada em Outubro de 2008 para grandes obras de beneficiação, reabre agora renovada e com uma oferta alargada a públicos diversos.Esta Biblioteca recupera ainda a sala infanto-juvenil, que não funcionava desde Fevereiro de 2005, permitindo aos pais, professores e educadores interagir com as crianças, iniciando-as no prazer da leitura. Também a sala de leitura para adultos continua a oferecer um fundo documental generalista, que abrange todas as áreas do saber e do lazer, sendo possível contar com a ajuda de técnicos especializados na pesquisa de informação.
A Biblioteca Municipal da Penha de França volta assim a ser um local privilegiado de ocupação dos tempos livres, essencialmente para os moradores dos bairros da zona oriental da cidade, servindo prioritariamente as freguesias da Penha de França, S. João, Alto do Pina, Graça e S. Jorge de Arroios.
De assinalar o trabalho de requalificação da envolvente, partilhado com a Piscina Municipal.
A reabertura da Biblioteca Municipal da Penha de França faz parte de um plano ambicioso de modernização de toda a rede de bibliotecas municipais de Lisboa.
Os cidadãos de Lisboa, e em especial os da zona oriental da cidade, têm agora à sua disposição um espaço renovado para leitura, convívio e ocupação de tempos livres. Um espaço mais adaptado às exigências das sociedades modernas, com um novo conceito de biblioteca pública.
As obras de requalificação da Biblioteca Municipal da Penha de França tiveram início em Outubro de 2008 e obedeceram a um projecto que apostou na melhoria das acessibilidades, especialmente a pessoas com necessidades especiais, mas também na atracção das famílias e das escolas.
A Biblioteca Municipal da Penha de França tem agora um espaço de excelência dedicada aos mais novos e às suas famílias, permitindo aos pais, professores e educadores interagir com as suas crianças iniciando-as no prazer da leitura - um dos objectivos fundamentais do Plano Nacional de Leitura, a que o município de Lisboa aderiu recentemente.
Mas os adultos também terão motivos de satisfação quando voltarem a frequentar esta biblioteca, já a partir de 21 de Julho. Livros, Internet, jornais, revistas, música, filmes e muitos outros recursos estão novamente à disposição dos munícipes num ambiente de qualidade, atraente e confortável.(nota da C.M.L.
Zita Ferreira Braga
Etiquetas - Eventos
Sever do Vouga: Nova biblioteca inaugurada amanhã, dia 25 de Julho.
Biblioteca Municipal pretende ser mais um espaço de eventos culturais do concelho. Investimento rondou os 1,3 milhões de euros.
É inaugurada sábado a nova Biblioteca Municipal de Sever do Vouga. O novo equipamento cultural teve um custo total da ordem dos 1,3 milhões de euros, dos quais 50 por cento foram financiados pela Direcção-Geral do Livro e Bibliotecas, sendo a outra metade da responsabilidade da autarquia severense. Manuel Soares, presidente da Câmara Municipal de Sever do Vouga, explica a importância da nova Biblioteca Municipal. Acima de tudo, o autarca sublinha que o edifício se irá transformar em mais um espaço cultural do concelho.
“Será um espaço onde vai haver animação cultural, um local propício para a realização de exposição, de palestras e workshops, entre outras actividades”, explica Manuel Soares. E essa animação começa logo na sessão de abertura, marcada para o meio-dia de sábado. A cerimónia de inauguração será animada com um espectáculo de marionetas, intitulado “O Jardim – Tomo I – A Primavera”, inspirado no conto de Oscar Wilde, “O Gigante Egoísta”.
A peça é dirigida ao público mais jovem - maiores de dois anos - e é uma produção da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. Ainda para assinalar a abertura deste novo espaço cultural severense, ficará ao dispor do público, até ao dia 12 de Agosto, uma exposição sobre o tema “Viagem ao Mundo das Marionetas”, também da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. A abertura da nova Biblioteca Municipal, além de ser um espaço cultural por excelência, onde também irá funcionar o serviço de ludoteca, imagoteca, acesso à internet e consulta de jornais, revistas e outras publicações, vai criar cerca de uma dezena de novos postos de trabalho, entre técnicos e pessoal auxiliar.
Irá permitir, ainda, deixar livre o local onde até agora estava instalada a biblioteca, espaço que será ocupado pela AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga. (Ler notícia completa na edição em papel) .
José Manuel R. Silva
Fonte: Diário de Aveiro
Etiquetas - Eventos , Equipamento, instalações e mobiliário
É inaugurada sábado a nova Biblioteca Municipal de Sever do Vouga. O novo equipamento cultural teve um custo total da ordem dos 1,3 milhões de euros, dos quais 50 por cento foram financiados pela Direcção-Geral do Livro e Bibliotecas, sendo a outra metade da responsabilidade da autarquia severense. Manuel Soares, presidente da Câmara Municipal de Sever do Vouga, explica a importância da nova Biblioteca Municipal. Acima de tudo, o autarca sublinha que o edifício se irá transformar em mais um espaço cultural do concelho.
“Será um espaço onde vai haver animação cultural, um local propício para a realização de exposição, de palestras e workshops, entre outras actividades”, explica Manuel Soares. E essa animação começa logo na sessão de abertura, marcada para o meio-dia de sábado. A cerimónia de inauguração será animada com um espectáculo de marionetas, intitulado “O Jardim – Tomo I – A Primavera”, inspirado no conto de Oscar Wilde, “O Gigante Egoísta”.
A peça é dirigida ao público mais jovem - maiores de dois anos - e é uma produção da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. Ainda para assinalar a abertura deste novo espaço cultural severense, ficará ao dispor do público, até ao dia 12 de Agosto, uma exposição sobre o tema “Viagem ao Mundo das Marionetas”, também da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. A abertura da nova Biblioteca Municipal, além de ser um espaço cultural por excelência, onde também irá funcionar o serviço de ludoteca, imagoteca, acesso à internet e consulta de jornais, revistas e outras publicações, vai criar cerca de uma dezena de novos postos de trabalho, entre técnicos e pessoal auxiliar.
Irá permitir, ainda, deixar livre o local onde até agora estava instalada a biblioteca, espaço que será ocupado pela AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga. (Ler notícia completa na edição em papel) .
José Manuel R. Silva
Fonte: Diário de Aveiro
Etiquetas - Eventos , Equipamento, instalações e mobiliário
domingo, 19 de julho de 2009
Ovar: Vinte bibliotecas juntam-se para formar rede municipal
No sentido de rentabilizar recursos, duas dezenas de bibliotecas do concelho formalizaram anteontem o protocolo que as junta numa rede acessível por todos.
Criar parcerias e potenciar recursos humanos, tecnológicos e documentais, consolidados em dinâmicas de trabalho colaborativo ao nível da organização, gestão e disponibilização de acervos, bem como do incentivo às dinâmicas partilhadas na área da promoção e animação da leitura, são alguns dos objectivos que presidem à Rede de Bibliotecas anteontem formalizada em Ovar.
“Trata-se de racionalizar investimentos”, resumiu Ângela Castro, técnica superior de Biblioteca e Documentação da edilidade, durante a cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu no salão nobre da Câmara de Ovar. “Não faz sentido andar a comprar as mesmas obras num concelho que até é limitado geograficamente”, justificou ainda na breve explicação que fez do projecto. Para já, anunciou a responsável, “há uma série de conteúdos que podem ser acedidos de forma rápida na Internet, através do site da Câmara Municipal, mas o projecto contempla a criação de um portal exclusivo para a Rede”.
Para a vereadora da Educação da autarquia vareira, Conceição Vasconcelos, “agora vamos poder tirar partido de forma mais consistente dos recursos que temos”. Num rápido olhar sobre o processo que levou à assinatura do protocolo que institui uma Rede com 20 bibliotecas de todo o concelho, Conceição Vasconcelos recordou que “houve alturas em que chegámos a pensar que não íamos conseguir, porque há sempre muita burocracia a vencer, mas acreditei sempre que seria possível”.
“Agora temos um elo de ligação”, observou a autarca, agradecendo a todos os conselhos executivos das escolas do município, envolvidas no projecto, o esforço desenvolvido, incentivando a que todos continuem a trabalhar em equipa, pois “este passo é apenas o início”. O protocolo envolve a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas de Ovar, o Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, o Agrupamento de Escolas Florbela Espanca, o Agrupamento de Escolas de Maceda e Arada, a Escola Secundária Júlio Dinis, a Escola Secundária Macedo Fragateiro, a Escola Secundária de Esmoriz, a Escola Básica Integrada de S. Vicente de Pereira e o Centro de Formação Intermunicipal.
A Rede de Bibliotecas de Ovar define-se como uma estrutura de cooperação aberta à livre participação das bibliotecas do concelho, visando o fomento de uma política coordenada de aquisições. Outros objectivos da Rede são a observância de princípios técnicos biblioteconómicos e informáticos uniformizados; a compatibilização e a troca de informação bibliográfica; a dinamização do empréstimo inter-bibliotecas e a organização de actividades de promoção e animação da leitura.
Fonte: Díário de Aveiro
Etiquetas - Bibliotecas Públicas , Bibliotecários/as
Criar parcerias e potenciar recursos humanos, tecnológicos e documentais, consolidados em dinâmicas de trabalho colaborativo ao nível da organização, gestão e disponibilização de acervos, bem como do incentivo às dinâmicas partilhadas na área da promoção e animação da leitura, são alguns dos objectivos que presidem à Rede de Bibliotecas anteontem formalizada em Ovar.
“Trata-se de racionalizar investimentos”, resumiu Ângela Castro, técnica superior de Biblioteca e Documentação da edilidade, durante a cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu no salão nobre da Câmara de Ovar. “Não faz sentido andar a comprar as mesmas obras num concelho que até é limitado geograficamente”, justificou ainda na breve explicação que fez do projecto. Para já, anunciou a responsável, “há uma série de conteúdos que podem ser acedidos de forma rápida na Internet, através do site da Câmara Municipal, mas o projecto contempla a criação de um portal exclusivo para a Rede”.
Para a vereadora da Educação da autarquia vareira, Conceição Vasconcelos, “agora vamos poder tirar partido de forma mais consistente dos recursos que temos”. Num rápido olhar sobre o processo que levou à assinatura do protocolo que institui uma Rede com 20 bibliotecas de todo o concelho, Conceição Vasconcelos recordou que “houve alturas em que chegámos a pensar que não íamos conseguir, porque há sempre muita burocracia a vencer, mas acreditei sempre que seria possível”.
“Agora temos um elo de ligação”, observou a autarca, agradecendo a todos os conselhos executivos das escolas do município, envolvidas no projecto, o esforço desenvolvido, incentivando a que todos continuem a trabalhar em equipa, pois “este passo é apenas o início”. O protocolo envolve a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas de Ovar, o Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, o Agrupamento de Escolas Florbela Espanca, o Agrupamento de Escolas de Maceda e Arada, a Escola Secundária Júlio Dinis, a Escola Secundária Macedo Fragateiro, a Escola Secundária de Esmoriz, a Escola Básica Integrada de S. Vicente de Pereira e o Centro de Formação Intermunicipal.
A Rede de Bibliotecas de Ovar define-se como uma estrutura de cooperação aberta à livre participação das bibliotecas do concelho, visando o fomento de uma política coordenada de aquisições. Outros objectivos da Rede são a observância de princípios técnicos biblioteconómicos e informáticos uniformizados; a compatibilização e a troca de informação bibliográfica; a dinamização do empréstimo inter-bibliotecas e a organização de actividades de promoção e animação da leitura.
Fonte: Díário de Aveiro
Etiquetas - Bibliotecas Públicas , Bibliotecários/as
Subscrever:
Mensagens (Atom)