Biblioteca Municipal pretende ser mais um espaço de eventos culturais do concelho. Investimento rondou os 1,3 milhões de euros.
É inaugurada sábado a nova Biblioteca Municipal de Sever do Vouga. O novo equipamento cultural teve um custo total da ordem dos 1,3 milhões de euros, dos quais 50 por cento foram financiados pela Direcção-Geral do Livro e Bibliotecas, sendo a outra metade da responsabilidade da autarquia severense. Manuel Soares, presidente da Câmara Municipal de Sever do Vouga, explica a importância da nova Biblioteca Municipal. Acima de tudo, o autarca sublinha que o edifício se irá transformar em mais um espaço cultural do concelho.
“Será um espaço onde vai haver animação cultural, um local propício para a realização de exposição, de palestras e workshops, entre outras actividades”, explica Manuel Soares. E essa animação começa logo na sessão de abertura, marcada para o meio-dia de sábado. A cerimónia de inauguração será animada com um espectáculo de marionetas, intitulado “O Jardim – Tomo I – A Primavera”, inspirado no conto de Oscar Wilde, “O Gigante Egoísta”.
A peça é dirigida ao público mais jovem - maiores de dois anos - e é uma produção da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. Ainda para assinalar a abertura deste novo espaço cultural severense, ficará ao dispor do público, até ao dia 12 de Agosto, uma exposição sobre o tema “Viagem ao Mundo das Marionetas”, também da Companhia de Teatro e Marionetas Mandrágora. A abertura da nova Biblioteca Municipal, além de ser um espaço cultural por excelência, onde também irá funcionar o serviço de ludoteca, imagoteca, acesso à internet e consulta de jornais, revistas e outras publicações, vai criar cerca de uma dezena de novos postos de trabalho, entre técnicos e pessoal auxiliar.
Irá permitir, ainda, deixar livre o local onde até agora estava instalada a biblioteca, espaço que será ocupado pela AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga. (Ler notícia completa na edição em papel) .
José Manuel R. Silva
Fonte: Diário de Aveiro
Etiquetas - Eventos , Equipamento, instalações e mobiliário
sexta-feira, 24 de julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
Ovar: Vinte bibliotecas juntam-se para formar rede municipal
No sentido de rentabilizar recursos, duas dezenas de bibliotecas do concelho formalizaram anteontem o protocolo que as junta numa rede acessível por todos.
Criar parcerias e potenciar recursos humanos, tecnológicos e documentais, consolidados em dinâmicas de trabalho colaborativo ao nível da organização, gestão e disponibilização de acervos, bem como do incentivo às dinâmicas partilhadas na área da promoção e animação da leitura, são alguns dos objectivos que presidem à Rede de Bibliotecas anteontem formalizada em Ovar.
“Trata-se de racionalizar investimentos”, resumiu Ângela Castro, técnica superior de Biblioteca e Documentação da edilidade, durante a cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu no salão nobre da Câmara de Ovar. “Não faz sentido andar a comprar as mesmas obras num concelho que até é limitado geograficamente”, justificou ainda na breve explicação que fez do projecto. Para já, anunciou a responsável, “há uma série de conteúdos que podem ser acedidos de forma rápida na Internet, através do site da Câmara Municipal, mas o projecto contempla a criação de um portal exclusivo para a Rede”.
Para a vereadora da Educação da autarquia vareira, Conceição Vasconcelos, “agora vamos poder tirar partido de forma mais consistente dos recursos que temos”. Num rápido olhar sobre o processo que levou à assinatura do protocolo que institui uma Rede com 20 bibliotecas de todo o concelho, Conceição Vasconcelos recordou que “houve alturas em que chegámos a pensar que não íamos conseguir, porque há sempre muita burocracia a vencer, mas acreditei sempre que seria possível”.
“Agora temos um elo de ligação”, observou a autarca, agradecendo a todos os conselhos executivos das escolas do município, envolvidas no projecto, o esforço desenvolvido, incentivando a que todos continuem a trabalhar em equipa, pois “este passo é apenas o início”. O protocolo envolve a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas de Ovar, o Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, o Agrupamento de Escolas Florbela Espanca, o Agrupamento de Escolas de Maceda e Arada, a Escola Secundária Júlio Dinis, a Escola Secundária Macedo Fragateiro, a Escola Secundária de Esmoriz, a Escola Básica Integrada de S. Vicente de Pereira e o Centro de Formação Intermunicipal.
A Rede de Bibliotecas de Ovar define-se como uma estrutura de cooperação aberta à livre participação das bibliotecas do concelho, visando o fomento de uma política coordenada de aquisições. Outros objectivos da Rede são a observância de princípios técnicos biblioteconómicos e informáticos uniformizados; a compatibilização e a troca de informação bibliográfica; a dinamização do empréstimo inter-bibliotecas e a organização de actividades de promoção e animação da leitura.
Fonte: Díário de Aveiro
Etiquetas - Bibliotecas Públicas , Bibliotecários/as
Criar parcerias e potenciar recursos humanos, tecnológicos e documentais, consolidados em dinâmicas de trabalho colaborativo ao nível da organização, gestão e disponibilização de acervos, bem como do incentivo às dinâmicas partilhadas na área da promoção e animação da leitura, são alguns dos objectivos que presidem à Rede de Bibliotecas anteontem formalizada em Ovar.
“Trata-se de racionalizar investimentos”, resumiu Ângela Castro, técnica superior de Biblioteca e Documentação da edilidade, durante a cerimónia de assinatura do protocolo, que decorreu no salão nobre da Câmara de Ovar. “Não faz sentido andar a comprar as mesmas obras num concelho que até é limitado geograficamente”, justificou ainda na breve explicação que fez do projecto. Para já, anunciou a responsável, “há uma série de conteúdos que podem ser acedidos de forma rápida na Internet, através do site da Câmara Municipal, mas o projecto contempla a criação de um portal exclusivo para a Rede”.
Para a vereadora da Educação da autarquia vareira, Conceição Vasconcelos, “agora vamos poder tirar partido de forma mais consistente dos recursos que temos”. Num rápido olhar sobre o processo que levou à assinatura do protocolo que institui uma Rede com 20 bibliotecas de todo o concelho, Conceição Vasconcelos recordou que “houve alturas em que chegámos a pensar que não íamos conseguir, porque há sempre muita burocracia a vencer, mas acreditei sempre que seria possível”.
“Agora temos um elo de ligação”, observou a autarca, agradecendo a todos os conselhos executivos das escolas do município, envolvidas no projecto, o esforço desenvolvido, incentivando a que todos continuem a trabalhar em equipa, pois “este passo é apenas o início”. O protocolo envolve a Câmara Municipal, o Agrupamento de Escolas de Ovar, o Agrupamento de Escolas de Ovar Sul, o Agrupamento de Escolas Florbela Espanca, o Agrupamento de Escolas de Maceda e Arada, a Escola Secundária Júlio Dinis, a Escola Secundária Macedo Fragateiro, a Escola Secundária de Esmoriz, a Escola Básica Integrada de S. Vicente de Pereira e o Centro de Formação Intermunicipal.
A Rede de Bibliotecas de Ovar define-se como uma estrutura de cooperação aberta à livre participação das bibliotecas do concelho, visando o fomento de uma política coordenada de aquisições. Outros objectivos da Rede são a observância de princípios técnicos biblioteconómicos e informáticos uniformizados; a compatibilização e a troca de informação bibliográfica; a dinamização do empréstimo inter-bibliotecas e a organização de actividades de promoção e animação da leitura.
Fonte: Díário de Aveiro
Etiquetas - Bibliotecas Públicas , Bibliotecários/as
sábado, 4 de julho de 2009
Biblioteca Municipal da Parede já pode avançar
Depois de um longo período a aguardar por um complexo processo de aquisição de duas pequenas parcelas encravadas no terreno municipal, foi celebrada nesta semana a escritura da última parcela em questão, o que vai permitir finalmente avançar com construção da Biblioteca Municipal da Parede.
A ser edificada no Bairro das Caixas, zona central da freguesia, a futura biblioteca será da tipologia BM3, correspondente a uma área útil de 1.900 m2, e irá traduzir-se no maior equipamento desta natureza no concelho de Cascais.Da autoria do arquitecto João Lucas Dias, o projecto enquadra-se no Estudo Urbanístico do Bairro das Caixas, que visa a reconversão e requalificação de uma zona que, apesar da sua qualidade original ao nível de projecto, se encontra carente de intervenção.
Neste estudo urbanístico, pretendeu a Câmara Municipal honrar a memória do Arquitecto Ruy Jervis d’Athouguia autor do projecto original do bairro de habitação social construído por iniciativa municipal e inaugurado em 1958.
Prevista e com projectos em desenvolvimento desde 2001, a construção da Biblioteca tem sido adiada por dificuldades inerentes aos processos de expropriação de duas pequenas parcelas encravadas no terreno municipal onde a mesma irá ser implementada.
Com a aquisição desta pequena parcela de terreno torna-se, finalmente, possível avançar com o processo de construção deste importante equipamento cultural, cujo orçamento previsto ronda oito milhões de euros.

Neste momento está em desenvolvimento o projecto de execução de acessos e arranjos exteriores, que se espera estar concluído até ao fim do ano, sendo que, até ao final de 2009 será lançado concurso público, devendo a obra desenrolar-se ao longo de 2010 e 2011.
Fonte: Desporto na linha
sábado, 6 de junho de 2009
Biblioteca do Vale da Amoreira assinala 19º aniversário
A Biblioteca Municipal – Pólo do Vale da A moreira festeja o seu 19º aniversário entre 10 e 13 de Junho. As comemorações têm início a 10 de Junho, às 9:30h, com um espectáculo de animação de rua e a distribuição do programa de aniversário à população, com a participação da Charanga do Rosário. Segue-se a reabertura ao público da Biblioteca Municipal – Pólo do Vale da Amoreira, com alguns espaços renovados, depois da intervenção de requalificação de que foi alvo, e a apresentação do Catálogo On-line das Bibliotecas Municipais da Moita, às 11:00h.
As comemorações prosseguem com a actuação do Grupo das “Batucadeiras”, da Associação de Solidariedade Cabo-Verdiana do Amigos da Margem Sul do Tejo, do Vale da Amoreira, às 12:00h, a actuação dos Tocá Rufar, do Centro de Educação pela Arte “Pé de Vento”, do Vale da Amoreira, às 14:00h e o workshop de capoeira, para o público em geral, a cargo do professor Goiaba (no âmbito do projecto Educ@rte), às 15:00h.
A Companhia Hocus & Pocus (França) apresenta, às 16:00h, o espectáculo de teatro “Une Vie de Siamois”, da ARTEMREDE, um espectáculo de mímica, baseado na relação entre duas personagens ligadas para a vida por um cordão umbilical. Um tem o dom de dizer piadas e o outro é dotado de um humor duvidoso. A festa termina às 17:30h, com o apagar das 19 velas do bolo de aniversário deste equipamento municipal. A festa continua até dia 13 de Junho. Programa do Aniversário da Biblioteca
12 de Junho, todo o dia
Biblioteca Aberta à Comunidade – Visitas guiadasUma visita guiada à biblioteca, um espaço com uma nova dinâmica e com novos serviços.[inserir foto do interior da BMVA]
Destinatários: público em geral
17:00h
Teatro “ValArte”, Grupo de Trabalho do Oprimido, Vale da AmoreiraUm grupo de 15 jovens, com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos, desenvolveu dois espectáculos de Teatro Fórum – “O caminho diferente” e “A mini saia” –, que vai apresentar no auditório da biblioteca.
Destinatários: público em geral
13 de Junho, 15:30h
Lê e Experimenta com o Educ@rteMais uma actividade de animação da leitura, desta vez baseada no livro “Leónia Devora os Livros”.Destinatários: crianças, famílias
20:30h
Biblioteca Fora D’HorasJogos, leituras, imaginação, estrelas, afectos e outras descobertas é a proposta para esta Biblioteca Fora D’Horas.Destinatários: jovens dos 8 aos 12 anos.
Fonte: Rostos on-line
Etiquetas - Eventos
As comemorações prosseguem com a actuação do Grupo das “Batucadeiras”, da Associação de Solidariedade Cabo-Verdiana do Amigos da Margem Sul do Tejo, do Vale da Amoreira, às 12:00h, a actuação dos Tocá Rufar, do Centro de Educação pela Arte “Pé de Vento”, do Vale da Amoreira, às 14:00h e o workshop de capoeira, para o público em geral, a cargo do professor Goiaba (no âmbito do projecto Educ@rte), às 15:00h.
A Companhia Hocus & Pocus (França) apresenta, às 16:00h, o espectáculo de teatro “Une Vie de Siamois”, da ARTEMREDE, um espectáculo de mímica, baseado na relação entre duas personagens ligadas para a vida por um cordão umbilical. Um tem o dom de dizer piadas e o outro é dotado de um humor duvidoso. A festa termina às 17:30h, com o apagar das 19 velas do bolo de aniversário deste equipamento municipal. A festa continua até dia 13 de Junho. Programa do Aniversário da Biblioteca
12 de Junho, todo o dia
Biblioteca Aberta à Comunidade – Visitas guiadasUma visita guiada à biblioteca, um espaço com uma nova dinâmica e com novos serviços.[inserir foto do interior da BMVA]
Destinatários: público em geral
17:00h
Teatro “ValArte”, Grupo de Trabalho do Oprimido, Vale da AmoreiraUm grupo de 15 jovens, com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos, desenvolveu dois espectáculos de Teatro Fórum – “O caminho diferente” e “A mini saia” –, que vai apresentar no auditório da biblioteca.
Destinatários: público em geral
13 de Junho, 15:30h
Lê e Experimenta com o Educ@rteMais uma actividade de animação da leitura, desta vez baseada no livro “Leónia Devora os Livros”.Destinatários: crianças, famílias
20:30h
Biblioteca Fora D’HorasJogos, leituras, imaginação, estrelas, afectos e outras descobertas é a proposta para esta Biblioteca Fora D’Horas.Destinatários: jovens dos 8 aos 12 anos.
Fonte: Rostos on-line
Etiquetas - Eventos
domingo, 31 de maio de 2009
Morcegos garantem conservação dos livros em bibliotecas
Centenas de morcegos vigiam diariamente duas das mais antigas bibliotecas de Portugal, na Universidade de Coimbra e no Palácio de Mafra. É a sua habilidade para capturar insectos que assegura a preservação dos livros.
Os morcegos são o único mamífero capaz de voar e só o fazem de noite, emitindo sons de alta frequência inaudíveis ao Homem e que dificultam a observação e estudo das 26 espécies deste animal que se sabe que existem em Portugal.
Numa noite do ano passado, Jorge Palmeirim, investigador de aves e morcegos na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, apetrechou-se com equipamento para medição sonora e deslocou-se à biblioteca Joanina de Coimbra para tentar perceber que morcegos continuavam a usar os abrigos daquele espaço, onde estão instalados há mais de 200 anos.
«Não consegui ver, só ouvir, mas cheguei à conclusão, pelos excrementos que encontrei, que estão lá pelo menos duas espécies de morcegos», conta o professor.
Em todo o país, e além de Coimbra, só se conhece um outro abrigo de morcegos em bibliotecas, no Palácio de Mafra, supondo-se que a preferência da espécie por estes espaços possa estar relacionada com o revestimento antigo de madeira.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Preservação e Restauro
Os morcegos são o único mamífero capaz de voar e só o fazem de noite, emitindo sons de alta frequência inaudíveis ao Homem e que dificultam a observação e estudo das 26 espécies deste animal que se sabe que existem em Portugal.
Numa noite do ano passado, Jorge Palmeirim, investigador de aves e morcegos na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, apetrechou-se com equipamento para medição sonora e deslocou-se à biblioteca Joanina de Coimbra para tentar perceber que morcegos continuavam a usar os abrigos daquele espaço, onde estão instalados há mais de 200 anos.
«Não consegui ver, só ouvir, mas cheguei à conclusão, pelos excrementos que encontrei, que estão lá pelo menos duas espécies de morcegos», conta o professor.
Em todo o país, e além de Coimbra, só se conhece um outro abrigo de morcegos em bibliotecas, no Palácio de Mafra, supondo-se que a preferência da espécie por estes espaços possa estar relacionada com o revestimento antigo de madeira.
Fonte: Diário Digital
Etiquetas - Preservação e Restauro
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Aumentam as adesões na nova Biblioteca Municipal de Castelo de Paiva
O novo equipamento da Biblioteca Municipal de Castelo de Paiva, inaugurado pelo Presidente da República em 6 de Fevereiro, está a ser um sucesso em termos de utilizadores o que, na opinião do presidente Paulo Teixeira, é uma grande satisfação para este Executivo Municipal, porque representa um bom indicativo de que esta estrutura cultural que, recentemente foi aberta à população, dignifica o concelho e está a ser bem aproveitada por todos, desde os mais jovens a pessoas com mais idade.
A nova Biblioteca Municipal já realizou várias actividades culturais e recreativas, destacando-se a Comemoração do Dia do Pai – 19 de Março; Visitas guiadas à Biblioteca Municipal; Visualização de filmes, Hora do Conto; Realização de trabalhos manuais; Desenhos (pinturas).
A nova Biblioteca Municipal já realizou várias actividades culturais e recreativas, destacando-se a Comemoração do Dia do Pai – 19 de Março; Visitas guiadas à Biblioteca Municipal; Visualização de filmes, Hora do Conto; Realização de trabalhos manuais; Desenhos (pinturas).

Fonte(texto e foto): Terras do Valede Sousa
Etiquetas - Estatísticas
“Livrolândia” na Biblioteca Municipal de Alverca
A divisão de bibliotecas da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, está a promover a “Livrolândia: A Aldeia Global da Leitura”.
Inserida no projecto Comunidade de Leitores “Em Português nos Entendemos” a iniciativa vai ter lugar na Biblioteca Municipal de Alverca do Ribatejo, sábado, 9 de Maio entre as 15h30 e as 17h30.
As Comunidades de Leitores têm por objectivo retomar o espírito das tertúlias, pondo em comum o prazer dos livros e visa criar ou reforçar elos de sociabilidade em torno da leitura. Procura ainda, discutir e problematizar pontos de vista, oriundos de outras experiências e de cidadãos de outros pontos do Mundo.
A investigadora e docente universitária Paula Mendes Coelho vai propor e partilhar, à volta de uma mesa, a leitura e discussão de alguns textos e autores, organizados em torno de diversos temas.
Fonte: O Mirante
Etiquetas - Livros e Leituras
Inserida no projecto Comunidade de Leitores “Em Português nos Entendemos” a iniciativa vai ter lugar na Biblioteca Municipal de Alverca do Ribatejo, sábado, 9 de Maio entre as 15h30 e as 17h30.
As Comunidades de Leitores têm por objectivo retomar o espírito das tertúlias, pondo em comum o prazer dos livros e visa criar ou reforçar elos de sociabilidade em torno da leitura. Procura ainda, discutir e problematizar pontos de vista, oriundos de outras experiências e de cidadãos de outros pontos do Mundo.
A investigadora e docente universitária Paula Mendes Coelho vai propor e partilhar, à volta de uma mesa, a leitura e discussão de alguns textos e autores, organizados em torno de diversos temas.
Fonte: O Mirante
Etiquetas - Livros e Leituras
terça-feira, 21 de abril de 2009
Biblioteca digital da Unesco já está online e conta com tesouros culturais
A Biblioteca Digital Mundial já está online. A paltaforma digital permite consultar, gratuitamente, manuscritos, imagens, livros, mapas, filmes e gravações de bibliotecas e instituições de todo o mundo.
Lançada pela Unesco, na biblioteca online encontram-se vários "tesouros" culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo.
O primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller, e o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 12, estão também disponíveis.
De Portugal é possível aceder, por exemplo, ao plano geral da cidade de Lisboa em 1785, ou ao livro, de 1867, de Affonso de Castro sobre as possessões portuguesas na Oceania.
A plataforma tem sistemas de busca e navegação que permitem aceder a documentos em sete línguas diferentes, inclusive em português.
O projecto da Biblioteca Digital Mundial foi proposto em 2005 e o objectivo seria aumentar o volume e variedade de conteúdos culturais na Internet.
Fonte: Jornal de Notícias
Etiquetas - Bibliotecas Digitais
Lançada pela Unesco, na biblioteca online encontram-se vários "tesouros" culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo.
O primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller, e o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 12, estão também disponíveis.
De Portugal é possível aceder, por exemplo, ao plano geral da cidade de Lisboa em 1785, ou ao livro, de 1867, de Affonso de Castro sobre as possessões portuguesas na Oceania.
A plataforma tem sistemas de busca e navegação que permitem aceder a documentos em sete línguas diferentes, inclusive em português.
O projecto da Biblioteca Digital Mundial foi proposto em 2005 e o objectivo seria aumentar o volume e variedade de conteúdos culturais na Internet.
Fonte: Jornal de Notícias
Etiquetas - Bibliotecas Digitais
sexta-feira, 17 de abril de 2009
"O Conceito de Biblioteca Pública no Séc. XXI" - Dia 26 de Abril, pelas 16h00
"O Conceito de Biblioteca Pública no Séc. XXI" - Dia 26 de Abril, pelas 16h00


Mesa Redonda com comunicações de:
- Dr. António Carvalho - Director do Dep. de Cultura da Câmara Municipal de Cascais
"A obra de Branquinho da Fonseca e as actividades que se desenvolvem na Rede de BibliotecasPúblicas no Município de Cascais"
- Dr. José António Calixto - Director da Biblioteca Pública de Évora
"O conceito de Biblioteca Pública e o exemplo da Biblioteca Pública de Évora"
- Dr. António Carvalho - Director do Dep. de Cultura da Câmara Municipal de Cascais
"A obra de Branquinho da Fonseca e as actividades que se desenvolvem na Rede de BibliotecasPúblicas no Município de Cascais"
- Dr. José António Calixto - Director da Biblioteca Pública de Évora
"O conceito de Biblioteca Pública e o exemplo da Biblioteca Pública de Évora"
(Informação recebida via e-mail, pelo Dr. Hermínio Paciência, da Biblioteca Municiapal de Alpiarça)
Etiquetas - Eventos
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Lucas Pires dá nome a Biblioteca do Parlamento Europeu
Europa recordou o antigo deputado português. Homenagem certa a um homem que era “leitor compulsivo”Era, como o descreveram, um entusiasta «da investigação, da pesquisa, da reflexão», por isso, não haveria melhor homenagem do que atribuir o seu nome a um espaço de leitura e de cultura.
Aconteceu em Bruxelas, na Biblioteca do Parlamento Europeu, um lugar que, desde ontem, tem o nome de Francisco Lucas Pires, deputado europeu e primeiro vice-presidente português do Parlamento Europeu, falecido em 1998. O presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pottering, chamou-lhe «visionário da União Europeia». «Contribuiu para o desenvolvimento da política europeia», afirmou Hans-Gert Pottering, na cerimónia de inauguração da biblioteca, considerando que ao dedicar-lhe o espaço «honramos a sua memória». Mais, disse ainda, os filhos (dois deles ontem presentes na cerimónia) devem «estar orgulhosos do pai», um «distinto professor de Direito» e «um homem que trabalhou em prol da União Europeia».
Francisco Lucas Pires nasceu em Coimbra, em 1944, cidade onde se formou em Direito. Foi professor em várias universidades do país, deputado na Assembleia da República, ministro da Cultura, presidente do CDS-PP e deputado e vice-presidente do Parlamento Europeu. Foi também um apaixonado pelos livros. Era «um leitor compulsivo», recordou o filho mais novo, Simão Lucas Pires, que, com sentido de humor qb, se considerou como o mais adequado dos quatro irmãos para “presidir” à cerimónia.
«O meu pai dizia que havia nos filhos duas gerações: os do 25 de Abril e os da geração europeia, por isso tenho autoridade para estar aqui», gracejou.Um português da EuropaQuem conviveu de perto com o deputado e professor de Direito diz que Simão é igualzinho ao pai. Até no rascunho improvisado onde apontou algumas palavras para a circunstância. Com graça, e arrancando risos na plateia, Simão contou a estória que muitas e muitas vezes se repetiu, quando o pai era chamado, mas continuava “mergulhado” no seus livros, sem dar resposta. «Depois saía e perguntava “disseram alguma coisa?”», recordou o filho mais novo que, com o exemplo, quis demonstrar que «não poderia haver melhor homenagem» do que a atribuição do seu nome a um espaço de leitura, que ele tanto apreciava.
A proposta para atribuição do nome de Lucas Pires à Biblioteca do Parlamento Europeu partiu do deputado centrista Luís Queiró, que desde logo colheu o apoio de vários deputados portugueses, que ontem marcaram presença na homenagem. E não foi, disse, «uma simples homenagem do CDS». Foi antes «uma homenagem da Europa por quem ele [Lucas Pires] se apaixonou». «Foi político, jurista, professor, mestre, intelectual e escritor», descreveu o deputado Luís Queiró, destacando, acima de tudo, a sua «simplicidade que tocava qualquer pessoa» e o «homem de cultura» que sempre foi.
«Era um português da Europa e um europeu de Portugal», concluiu o deputado, amigo de Lucas Pires durante 33 anos. Vasco Graça Moura, Edite Estrela, Jamila Madeira, Capoula dos Santos, entre outros deputados, marcaram presença na “homenagem da Europa” a Francisco Lucas Pires. Coube ao Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra encerrar a cerimónia, através da entoação do cântico “Gaudeamus Igitur”. Não sem antes, e em silêncio, se ouvir o hino na UE.
Fonte: Diário de Coimbra
Etiquetas - Eventos
Aconteceu em Bruxelas, na Biblioteca do Parlamento Europeu, um lugar que, desde ontem, tem o nome de Francisco Lucas Pires, deputado europeu e primeiro vice-presidente português do Parlamento Europeu, falecido em 1998. O presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pottering, chamou-lhe «visionário da União Europeia». «Contribuiu para o desenvolvimento da política europeia», afirmou Hans-Gert Pottering, na cerimónia de inauguração da biblioteca, considerando que ao dedicar-lhe o espaço «honramos a sua memória». Mais, disse ainda, os filhos (dois deles ontem presentes na cerimónia) devem «estar orgulhosos do pai», um «distinto professor de Direito» e «um homem que trabalhou em prol da União Europeia».
Francisco Lucas Pires nasceu em Coimbra, em 1944, cidade onde se formou em Direito. Foi professor em várias universidades do país, deputado na Assembleia da República, ministro da Cultura, presidente do CDS-PP e deputado e vice-presidente do Parlamento Europeu. Foi também um apaixonado pelos livros. Era «um leitor compulsivo», recordou o filho mais novo, Simão Lucas Pires, que, com sentido de humor qb, se considerou como o mais adequado dos quatro irmãos para “presidir” à cerimónia.
«O meu pai dizia que havia nos filhos duas gerações: os do 25 de Abril e os da geração europeia, por isso tenho autoridade para estar aqui», gracejou.Um português da EuropaQuem conviveu de perto com o deputado e professor de Direito diz que Simão é igualzinho ao pai. Até no rascunho improvisado onde apontou algumas palavras para a circunstância. Com graça, e arrancando risos na plateia, Simão contou a estória que muitas e muitas vezes se repetiu, quando o pai era chamado, mas continuava “mergulhado” no seus livros, sem dar resposta. «Depois saía e perguntava “disseram alguma coisa?”», recordou o filho mais novo que, com o exemplo, quis demonstrar que «não poderia haver melhor homenagem» do que a atribuição do seu nome a um espaço de leitura, que ele tanto apreciava.
A proposta para atribuição do nome de Lucas Pires à Biblioteca do Parlamento Europeu partiu do deputado centrista Luís Queiró, que desde logo colheu o apoio de vários deputados portugueses, que ontem marcaram presença na homenagem. E não foi, disse, «uma simples homenagem do CDS». Foi antes «uma homenagem da Europa por quem ele [Lucas Pires] se apaixonou». «Foi político, jurista, professor, mestre, intelectual e escritor», descreveu o deputado Luís Queiró, destacando, acima de tudo, a sua «simplicidade que tocava qualquer pessoa» e o «homem de cultura» que sempre foi.
«Era um português da Europa e um europeu de Portugal», concluiu o deputado, amigo de Lucas Pires durante 33 anos. Vasco Graça Moura, Edite Estrela, Jamila Madeira, Capoula dos Santos, entre outros deputados, marcaram presença na “homenagem da Europa” a Francisco Lucas Pires. Coube ao Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra encerrar a cerimónia, através da entoação do cântico “Gaudeamus Igitur”. Não sem antes, e em silêncio, se ouvir o hino na UE.
Fonte: Diário de Coimbra
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